Teleton e AACD: solidariedade que transforma vidas

“Ajudar o próximo é transpor um muro intransponível. Quando conseguimos, vemos a beleza que existe do outro lado.”

Vicente Lino Marchalek

 

Há quase três décadas, o Teleton se consolidou como uma das principais campanhas de solidariedade do país. Criado em prol da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), o programa mobiliza empresas, artistas e o público em geral para garantir reabilitação e inclusão a pessoas com deficiência física no país.

Mais do que um evento televisivo, o Teleton se tornou um movimento nacional que evidencia o poder da empatia e da participação coletiva na construção de uma sociedade mais justa. Desde sua estreia, em 1998, milhões de brasileiros já contribuíram com o trabalho da AACD, instituição referência em reabilitação física e desenvolvimento social.

Fundada em 1950, a AACD oferece atendimentos médicos especializados, fisioterapia, terapias ocupacionais e programas de inserção social e profissional em unidades pelo Brasil. A atuação da entidade se destaca pela eficiência na gestão dos recursos e pela dedicação de profissionais que ajudam milhares de pacientes a recuperar autonomia e autoestima.

Teleton é a principal fonte de arrecadação que garante a continuidade e a expansão desses serviços.

 

Entre os parceiros da campanha está a Brasilcap, que apoia a AACD há 11 anos e participa do Teleton pelo 9º ano consecutivo. Ao longo dessa trajetória, a companhia tem contribuído, por meio de doações, para ampliar o número de atendimentos e fortalecer o impacto social da iniciativa.

A Brasilcap utiliza a capitalização na modalidade filantropia premiável como forma de unir prêmios e solidariedade. Um dos exemplos é o Doadin, título de capitalização que, a partir de R$ 25, oferece a chance de concorrer a prêmios de até R$ 25 mil, além de 1.000 prêmios instantâneos, e ainda apoiar a AACD por meio da cessão do resgate.

A parceria entre a Brasilcap e a AACD mostra como o engajamento do setor privado pode gerar impacto real e duradouro. Em um país de tantas desigualdades, o Teleton segue como um símbolo de esperança e uma prova de que a solidariedade, quando se transforma em ação, é capaz de mudar vidas e construir um futuro mais inclusivo para todos.

30 anos do Ourocap: histórias de transformação

O Ourocap, título de capitalização desenvolvido pela Brasilcap e comercializado pelo Banco do Brasil, celebra 30 anos de consolidação no mercado neste mês de outubro, reafirmando seu papel como uma das principais soluções que unem planejamento financeiro e a chance de conquistar grandes prêmios.

Desde sua criação, o produto tem se destacado pela versatilidade e acessibilidade, permitindo, entre suas modalidades e formatos, que o cliente escolha o plano de pagamento mais adequado à sua realidade — mensal, único ou periódico. Durante o período de vigência, o participante acumula uma reserva financeira que é devolvida ao final, com correção conforme as condições estabelecidas, além de participar de sorteios que distribuem prêmios em dinheiro. Tudo isso é possível com total segurança, credibilidade e inovação.

Ao longo dessas três décadas, o Ourocap se consolidou também como uma importante ferramenta de educação financeira. Em um país onde o hábito de guardar ainda é um desafio, o título transformou o ato de economizar em uma prática leve e estimulante, aproximando milhões de brasileiros do planejamento financeiro de forma responsável e acessível.

Reginaldo José, ganhador de sorteio no Ourocap

 

Entre as histórias que marcam essa trajetória está a do aposentado Reginaldo José, de São José del Rei (MG). Ele procurou uma agência do Banco do Brasil para abrir uma conta e, após conhecer as vantagens do Ourocap com o gerente, a possibilidade de sorteios e o resgate final, decidiu fazer a contratação.

“Me surgiu a oportunidade de comprar um lote e busquei o banco para resgatar o dinheiro e fazer a compra. Depois, o gerente me chamou e deu a notícia: eu tinha sido premiado e ganhei cem mil reais. Foi uma felicidade imensa”, enfatizou.

Para celebrar o aniversário de 30 anos, a Brasilcap lançou o Ourocap 30 Anos, uma edição especial que simboliza essa trajetória de confiança e sucesso. Com um pagamento único de R$ 3 mil, o cliente concorre a 1.500 prêmios instantâneos de R$ 3 mil, além de prêmios mensais de R$ 30 mil. O destaque será o sorteio final, no dia 27 de dezembro de 2025, que distribuirá 30 prêmios de R$ 1 milhão.

Com uma história marcada por conquistas e pela confiança de milhões de brasileiros, o Ourocap segue inspirando novas realizações e reforçando seu compromisso de transformar o planejamento financeiro em uma experiência de sucesso e esperança.

Dia das Crianças: bons hábitos começam cedo

“A criança é alegria como o raio de sol e estímulo como a esperança”.

Coelho Neto

 

Mais do que presentes e brincadeiras, o Dia das Crianças é um convite para celebrar a infância, valorizar o convívio familiar e refletir sobre o papel dos adultos na formação das novas gerações. É o momento de olhar com carinho para o presente e, ao mesmo tempo, plantar as sementes de um futuro mais consciente, responsável e cheio de possibilidades.

A infância é o alicerce do desenvolvimento humano. É nessa fase que se formam os primeiros vínculos afetivos, os valores e as referências que acompanharão cada pessoa ao longo da vida. Por isso, o ambiente familiar exerce influência essencial. Pais, mães e responsáveis são exemplos diários que demonstram o valor da empatia, da honestidade, da generosidade e do cuidado com o coletivo. O tempo de qualidade, as conversas sinceras e o apoio constante criam laços que fortalecem o caráter e estimulam a autoconfiança.

Gestos simples, como dividir tarefas, celebrar conquistas ou lidar com erros de forma construtiva, ensinam mais do que qualquer discurso. O comportamento dos adultos é o espelho no qual as crianças se inspiram para agir. É na convivência familiar que elas aprendem a respeitar, compreender e valorizar o outro.

A presença ativa dos adultos, aliada ao diálogo aberto, faz toda a diferença no desenvolvimento infantil. Demonstrar interesse pelas descobertas das crianças, ouvir suas opiniões e incentivá-las a expressar sentimentos são atitudes que reforçam o vínculo e fortalecem a autoestima. A infância é uma fase de aprendizado constante, e cada troca de experiência contribui para formar indivíduos mais seguros e confiantes.

A educação, dentro e fora de casa, também tem papel essencial na formação de bons hábitos. Estimular a curiosidade, o gosto pela leitura, o diálogo e o respeito às diferenças contribuem para formar cidadãos conscientes e preparados para os desafios da vida. É na infância que o aprendizado sobre responsabilidade e planejamento começa a fazer sentido, inclusive quando o tema é educação financeira.

Ensinar uma criança a lidar com o dinheiro vai além dos números: é ajudá-la a entender escolhas e consequências. Isso pode ser feito de forma leve e prática, com uma mesada simbólica, o planejamento de uma compra ou o incentivo à economia para realizar um sonho. Ao compreender o valor das coisas, a diferença entre querer e precisar e a importância de poupar, a criança desenvolve autonomia, organização e responsabilidade.

Celebrar o Dia das Crianças é, portanto, celebrar o presente e investir no futuro. É aproveitar o encanto da infância para fortalecer vínculos, transmitir valores e inspirar atitudes que farão diferença por toda a vida. Afinal, os bons hábitos, quando aprendidos cedo, constroem adultos mais conscientes e uma sociedade mais equilibrada.

Outubro Rosa: prevenir é um ato de amor

“Cuidar de si é valorizar a vida”.

Nana Bernardes

 

O mês de outubro chega envolto em uma causa nobre e essencial: a conscientização sobre o câncer de mama. O movimento Outubro Rosa, reconhecido mundialmente, tem como objetivo alertar a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, as principais armas na luta contra a doença que mais acomete mulheres em todo o mundo.

Criado na década de 1990, nos Estados Unidos, o movimento rapidamente se espalhou por diversos países, ganhando força por meio de campanhas, corridas, eventos e ações de saúde. A cor rosa foi escolhida como símbolo da luta e da união em torno de uma causa que salva vidas, reforçando o poder da informação e da solidariedade.

Mais do que uma campanha de saúde, o Outubro Rosa representa um ato de empoderamento e amor-próprio. Ao incentivar o cuidado com o corpo, reforça a importância de colocar a saúde em primeiro lugar, mesmo diante da correria do dia a dia. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo mais frequente entre as mulheres no Brasil, desconsiderando os casos de pele não melanoma.

Quando identificado em estágios iniciais, o câncer de mama apresenta índices de cura superiores a 90%. Por isso, o autoconhecimento corporal é fundamental. Observar mudanças nas mamas — como nódulos, secreções, retrações na pele ou alterações no formato — são atitudes simples que podem salvar vidas. O autoexame, embora não substitua os exames médicos, é um aliado importante, assim como as consultas regulares e a mamografia, capaz de detectar alterações antes mesmo dos sintomas aparecerem.

A prevenção também envolve hábitos saudáveis. Manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas, evitar o consumo excessivo de álcool e não fumar estão entre as principais recomendações médicas.

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente a mamografia, bastando procurar os serviços disponíveis na rede pública de cada localidade. Durante o mês de outubro, muitos estados e municípios ampliam os horários de atendimento e promovem mutirões de exames e ações educativas, facilitando o acesso e incentivando o cuidado preventivo.

Mais do que uma campanha anual, o Outubro Rosa é um lembrete permanente de que prevenir é um ato de amor com o corpo, com a vida e com o futuro. Falar sobre o tema, compartilhar informações e apoiar mulheres em tratamento são formas de fortalecer uma rede de cuidado e empatia que salva vidas todos os dias.

Dia dos Animais: Preservação e alerta para humanidade

A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana.

Charles Darwin

Os animais sempre ocuparam um lugar central na vida humana, seja na convivência cotidiana ou na manutenção dos ecossistemas que sustentam nossa sobrevivência. Não são apenas companheiros de jornada, mas parte essencial da biodiversidade do planeta. 4 de outubro,  Dia Mundial dos Animais, é uma data que não representa apenas uma celebração, mas também um convite à reflexão sobre os impactos das ações humanas no equilíbrio da vida na Terra.

No convívio doméstico, os animais de estimação assumem papel cada vez mais relevante. Cães, gatos, aves e outros pets oferecem companhia e contribuem para o bem-estar físico e emocional de seus tutores. Pesquisas apontam que a presença desses animais ajuda a reduzir o estresse, aliviar a solidão e até fortalecer o sistema imunológico. Inseridos no núcleo familiar, transformam-se em parceiros de vida e reforçam diariamente a importância do cuidado e da responsabilidade.

A relevância dos animais, no entanto, vai muito além dos domésticos. A fauna silvestre, marinha e até os pequenos insetos desempenham funções indispensáveis, embora muitas vezes invisíveis. Abelhas e borboletas, por exemplo, são fundamentais para a polinização, processo que garante a produção de alimentos. Nos rios e mares, peixes e outros organismos asseguram a qualidade das águas. Já predadores naturais, como onças e aves de rapina, regulam populações e preservam a dinâmica ecológica. A ausência dessas espécies compromete todo o funcionamento dos habitats e, em consequência, a própria sobrevivência humana.

 

Abelhas e borboletas são fundamentais para a polinização

 

Relatórios da Organização das Nações Unidas (ONU) alertam que mais de um milhão de espécies de animais e plantas podem desaparecer nas próximas décadas. As principais ameaças estão ligadas ao desmatamento, à poluição, à caça predatória e às mudanças climáticas. Cada extinção representa não apenas a perda de um ser vivo, mas a ruptura de um elo essencial da cadeia natural, com impactos imprevisíveis para o planeta.

Nesse contexto, preservar a fauna deve ser encarado como uma prioridade global. Combater o desmatamento, reduzir o uso de agrotóxicos, apoiar iniciativas de reflorestamento e respeitar os habitats naturais são medidas indispensáveis. No dia a dia, escolhas simples também fazem diferença: adotar o animal doméstico em vez de comprar, evitar produtos associados ao sofrimento animal, reduzir resíduos e valorizar práticas sustentáveis são atitudes ao alcance de todos.

Animais, sejam domésticos ou silvestres, são parceiros silenciosos da humanidade e guardiões da estabilidade ambiental. Cuidar deles é cuidar do planeta e de nós mesmos. A preservação da fauna não deve ser vista apenas como compaixão, mas como responsabilidade ética, social e ambiental. Afinal, a diversidade da vida é o que garante um futuro saudável e sustentável para as próximas gerações.

Planejamento financeiro para conquistar a viagem dos sonhos

“Viajar é mudar a roupa da alma”.

Mário Quintana

 

Viajar é um desejo que atravessa gerações e culturas, mas transformar esse sonho em realidade exige mais do que vontade. Para que a experiência não comprometa o orçamento pessoal, o planejamento financeiro torna-se peça-chave, funcionando como o grande aliado na conquista da tão esperada viagem sem desequilibrar as contas.

O ponto de partida é estabelecer um objetivo claro. Não basta dizer que deseja viajar; é necessário definir o destino, levantar informações detalhadas sobre custos e calcular o valor médio necessário para custear toda a experiência. Esse cálculo deve incluir passagens, hospedagem, alimentação, transporte local, passeios e até mesmo extras, como seguros e ingressos. Quando se tem em mente um número realista, o processo de guardar ganha concretude e se transforma em uma meta tangível a ser perseguida mês a mês.

A criação de um fundo exclusivo para a viagem é outro recurso que ajuda na disciplina financeira. Ao separar o valor destinado a esse objetivo, evita-se que ele se confunda com os gastos do cotidiano. Tratar esse aporte como uma obrigação fixa, semelhante a uma conta mensal, fortalece a consistência do planejamento e garante que os recursos se acumulem de maneira organizada ao longo do tempo.

Pequenas economias podem ajudar na realização da viagem dos sonhos

 

Revisar hábitos de consumo também pode fazer toda a diferença. Pequenas economias no dia a dia, como reduzir despesas com lazer imediato, cancelar serviços pouco utilizados ou controlar compras por impulso, somadas durante alguns meses, resultam em valores expressivos. Mais do que abrir mão de prazeres, essa mudança significa redirecionar recursos de consumos momentâneos para uma experiência mais significativa e duradoura.

Para quem ainda tem dificuldade em manter disciplina, os títulos de capitalização podem ser uma alternativa. Além de garantir uma reserva ao final do período contratado, com atualização monetária, eles possibilitam a participação em sorteios que podem representar um reforço financeiro extra e, eventualmente, contribuir para custear parte da viagem.

Outro fator importante é estar atento às oportunidades. Promoções relâmpago de passagens aéreas, programas de pontos em cartões de crédito e pacotes oferecidos por agências podem reduzir significativamente os custos. Planejar-se com antecedência amplia a flexibilidade de datas, aumenta as opções de hospedagem e, consequentemente, ajuda a diminuir o valor total da viagem.

O resultado desse processo vai além da simples realização de um sonho. Organizar-se financeiramente proporciona liberdade para viver cada momento da viagem sem preocupações, aproveitando ao máximo a experiência e retornando sem dívidas acumuladas. O chamado “efeito viagem” traduz não apenas a conquista de um destino, mas também a prova de que disciplina e consciência são capazes de transformar metas em conquistas reais.

Direitos e desafios das pessoas com deficiência

“Lutar pelos direitos dos deficientes é uma forma de superar as nossas próprias deficiências”

John F. Kennedy

Setembro é um mês marcado por simbolismo e mobilização social. O Setembro Verde é dedicado à conscientização sobre a inclusão das pessoas com deficiência (PcDs), trazendo à tona reflexões e ações em prol de uma sociedade mais acessível e justa. Nesse contexto, o 21 de setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, reforça a importância de celebrar conquistas, reconhecer obstáculos e renovar o compromisso com a equidade social.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 18 milhões de brasileiros vivem com algum tipo de deficiência. Apesar de avanços legais, como a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e a Política Nacional de Educação Especial, que garantem direitos relacionados à acessibilidade, à educação e ao trabalho, ainda persistem barreiras físicas, sociais e culturais que limitam o exercício pleno da cidadania.

A acessibilidade é um dos maiores entraves. Ela vai muito além da instalação de rampas e elevadores, envolvendo também recursos de comunicação, como Libras, audiodescrição e tecnologias assistivas, que ainda não estão amplamente disponíveis. A ausência desses mecanismos restringe a participação integral na vida social, cultural e profissional.

A educação inclusiva é outro ponto que exige avanços. Embora a LBI assegure o direito a uma escola acessível e de qualidade, muitas instituições carecem de estrutura adequada e de professores preparados para lidar com a diversidade dos estudantes. Essa lacuna compromete o desenvolvimento, a autonomia e as perspectivas de futuro das PcDs.

No campo profissional, a Lei de Cotas obriga empresas a reservarem vagas para trabalhadores com deficiência. No entanto, o cumprimento da norma muitas vezes se restringe à formalidade, sem oferecer condições adequadas ou oportunidades reais de crescimento. O desafio é transformar a inclusão no mercado de trabalho em valorização efetiva das capacidades e talentos das pessoas com deficiência.

Outro obstáculo persistente é o preconceito, que se manifesta em estereótipos e atitudes que reduzem a pessoa à sua deficiência ou colocam em dúvida sua competência. Essas práticas, por vezes sutis, perpetuam a exclusão e exigem enfrentamento por meio da educação, da conscientização e do exemplo em ambientes escolares, profissionais e comunitários.

O Setembro Verde e o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência são, portanto, oportunidades estratégicas para mobilização social. Mais do que celebrar avanços, é preciso cobrar a efetiva implementação das políticas públicas e promover uma mudança cultural que valorize a diversidade e a dignidade humana. A luta das pessoas com deficiência é, acima de tudo, uma luta por igualdade e cidadania.

Em casos de violação dos direitos de pessoas com deficiência — seja por falta de acessibilidade, discriminação, recusa de serviços públicos ou privados, ou qualquer outra forma de descumprimento — é possível registrar denúncia pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100), que funciona 24 horas por dia, de forma gratuita e com sigilo garantido.

Setembro Amarelo: saúde mental e planejamento de vida

“O autocuidado é um ato de amor-próprio. Priorize-se, cuide de si e descubra como o bem-estar pessoal pode irradiar para todas as áreas de sua vida”.

Franklin S. Carter

A campanha Setembro Amarelo busca ampliar o diálogo sobre a valorização da vida e a importância da saúde mental. Mais do que um alerta, a ação se consolidou, desde 2015, como um convite à reflexão sobre como pequenas atitudes podem transformar o dia a dia e abrir caminhos para uma rotina mais equilibrada.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo, número alarmante e considerado um problema de saúde pública global. Antes restrito aos consultórios, o tema passou a ocupar espaço em conversas dentro de casa, nas escolas e nas empresas. Essa abertura é essencial, pois falar sobre sentimentos e dificuldades ajuda a fortalecer vínculos e reduzir barreiras.

Especialistas afirmam que abordar o assunto é o primeiro passo para combater o estigma e encorajar quem enfrenta sofrimento emocional a buscar apoio. O suporte coletivo pode fazer diferença em momentos de fragilidade, e a orientação de profissionais, quando necessária, complementa esse cuidado, mostrando que investir na mente é também investir em qualidade de vida.

O planejamento pessoal é outro aspecto importante. Uma rotina organizada de forma realista cria espaço para atividades que proporcionam prazer, descanso e desenvolvimento. Isso pode incluir momentos de lazer em família ou o estabelecimento de metas profissionais e educacionais alcançáveis. Planejar gera segurança e ajuda a reduzir a sensação de sobrecarga.

Hábitos simples também influenciam diretamente o equilíbrio emocional. Caminhar, praticar atividades físicas, manter alimentação equilibrada, dormir bem e reservar pausas ao longo do dia favorecem o bem-estar. Estudos comprovam que exercícios regulares liberam endorfina e serotonina, hormônios que promovem sensação de felicidade e tranquilidade, atuando como aliados na redução do estresse, ansiedade e sintomas depressivos.

O cultivo de relações saudáveis é outra ação fundamental. Compartilhar conquistas e desafios cria uma rede de apoio que fortalece em momentos difíceis. Seja no trabalho, na comunidade ou em casa, diálogo e empatia ajudam a construir ambientes mais acolhedores. Empresas que investem em programas de qualidade de vida registram ganhos não apenas na produtividade, mas também no engajamento de suas equipes.

Reconhecer a hora de buscar apoio especializada também é muito importante. A atuação de psicólogos e psiquiatras oferece ferramentas para enfrentar os desafios cotidianos de forma equilibrada e resiliente. Mais do que um mês de reflexão, o Setembro Amarelo convida a sociedade a valorizar a mente ao longo do ano. Cuidar do equilíbrio emocional é investir no presente e no futuro.

O CVV (Centro de Valorização da Vida) oferece atendimento gratuito e sigiloso 24 horas por dia, pelo número 188.

Amazônia e Árvores do Brasil: ASG e futuro sustentável

“Preservar a natureza é a chave para manter o equilíbrio ambiental”.

Rafael Nolêto

A Amazônia, considerada o “pulmão do mundo”, segue no centro das atenções quando o tema é sustentabilidade e preservação ambiental. Com uma das maiores biodiversidades do planeta, a floresta representa não apenas um patrimônio natural do Brasil, mas também um regulador climático essencial para o equilíbrio global.

Dentro dessa diversidade, a região abriga milhares de espécies de árvores e plantas, muitas exclusivas do território brasileiro. Mais do que um acervo natural, essas árvores desempenham funções vitais: fornecem oxigênio, regulam o ciclo das chuvas, protegem os solos, abrigam inúmeras espécies e são peças-chave na absorção do carbono, um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global.

Nos últimos anos, a pauta ambiental deixou de ser apenas discurso e passou a integrar a agenda estratégica de governos, empresas e investidores. O conceito ASG (Ambiental, Social e Governança) tornou-se referência para medir impacto e responsabilidade das organizações. Nesse cenário, a Amazônia assume protagonismo por ser um ativo natural de valor inestimável e, ao mesmo tempo, um desafio sobre como conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

A Amazônia é fundamental na luta contra o aquecimento global, funcionando como um dos maiores sumidouros de carbono do mundo

 

O compromisso ASG no Brasil se reflete em políticas empresariais alinhadas a metas ambientais globais. Setores como energia, agronegócio e mineração, historicamente pressionados por seus impactos, têm sido cobrados a investir em práticas de baixo carbono, recuperação de áreas degradadas e compensação ambiental. Esse movimento não apenas fortalece a imagem corporativa, mas também atende às exigências crescentes de consumidores e investidores que priorizam responsabilidade socioambiental.

A Brasilcap, empresa referência em capitalização no país, também integra cada vez mais a estratégia de negócios aos aspectos ambientais, sociais e de governança. Na frente ambiental, o foco é a preservação da natureza e dos recursos naturais, por meio de ações ligadas à gestão de emissões de carbono. A companhia publicou o seu quinto inventário de emissões com base na metodologia GHG Protocol.

Todos os anos, o Programa de Meio Ambiente implementa ações de conscientização sobre mitigação de impactos ambientais negativos, crise climática, redução de consumo, descarte correto de materiais, etc. Dentro de sua trilha de educação ASG, a empresa incluiu, em 2024, um módulo específico sobre meio ambiente. Os conteúdos abordam prevenção à poluição, mitigação e adaptação às mudanças climáticas, uso de recursos sustentáveis, entre outros temas fundamentais.

Estendendo o debate para sua cadeia de valor, manteve seu Guia Verde de Compras Sustentáveis, que compila orientações e critérios ASG para orientar os processos de contratação de fornecedores de bens e serviços.

O futuro sustentável da Amazônia depende de um pacto coletivo. Mais do que preservar árvores, é necessário compreender a floresta como um sistema vivo e interdependente, que conecta clima, economia e qualidade de vida. O equilíbrio climático, a qualidade do ar, a disponibilidade de água e a manutenção da biodiversidade estão diretamente ligados ao cuidado com as florestas.

Assumir o compromisso com práticas ambientais sustentáveis e com a agenda ASG é, portanto, investir em um futuro que garanta qualidade de vida para as próximas gerações.

 

Agosto Lilás: Conscientização salva vidas

⁠Nada faz uma mulher mais forte que acreditar na força que ela tem.

Edna Frigato

 

O mês de agosto tem um significado especial na luta pelos direitos das mulheres no Brasil. Conhecido como Agosto Lilás, o período é voltado à conscientização e ao combate à violência doméstica e de gênero, reforçando a importância de proteger e acolher vítimas. A cor lilás, símbolo da campanha, representa respeito, dignidade e a busca por igualdade, como um convite para que toda a sociedade se una nesse propósito.

A mobilização foi criada para ampliar a divulgação da Lei Maria da Penha, sancionada em 2006 e considerada um marco no enfrentamento à violência contra a mulher. Desde então, o país avançou na criação de mecanismos para prevenir, punir e erradicar a violência doméstica e familiar, garantindo proteção a mulheres em situação de risco.

A violência de gênero, no entanto, vai muito além das agressões físicas. A lei também reconhece abusos de natureza psicológica, sexual, patrimonial e moral, que devem ser combatidos com igual rigor. O combate a essas práticas exige não apenas leis, mas também vigilância, apoio e engajamento social.

Nesse contexto, vizinhos, familiares, colegas de trabalho e amigos têm papel fundamental. Identificar sinais de abuso e agir de forma responsável pode salvar vidas. Muitas vítimas não conseguem ou não se sentem seguras para pedir ajuda no momento mais delicado; nesses casos, a intervenção de alguém próximo é decisiva para romper o ciclo dessa violência.

Entre os canais de denúncia, o Disque 180 funciona 24 horas por dia, garantindo sigilo e orientação às vítimas. Também é possível buscar atendimento na Delegacia da Mulher, onde profissionais capacitados registram ocorrências, oferecem acolhimento e encaminham medidas protetivas. Em situações de urgência, o 190 deve ser acionado imediatamente. Além disso, organizações da sociedade civil atuam como mais uma frente de apoio com serviços de atendimento psicológico, jurídico e social.

O acolhimento é fundamental no apoio das vítimas

 

O Agosto Lilás é mais do que uma campanha: é um chamado à ação coletiva. Informar-se, compartilhar conhecimento e incentivar a denúncia fortalecem a rede de proteção e deixam claro que nenhuma mulher precisa enfrentar a violência sozinha.

Neste mês, reforça-se que a prevenção é o caminho mais eficaz. Cabe a todos — mulheres, familiares, amigos e sociedade — estar atentos, romper o silêncio e assegurar que a Lei Maria da Penha continue sendo um instrumento de proteção. Denunciar, apoiar e educar são passos essenciais para um futuro em que a violência contra a mulher seja cada vez mais combatida e, finalmente, erradicada.