O verão tá no ar: Planejamento financeiro, saúde e diversão

O verão começa oficialmente neste último dia 21 de dezembro e, com ele, chegam os dias mais longos, o calor intenso e aquela sensação de que é hora de desacelerar. É um período associado a viagens, encontros ao ar livre, festas e momentos de descanso. Mas, para aproveitar essa estação de forma tranquila, é importante olhar com atenção para três pontos que caminham juntos: planejamento financeiro, saúde e diversão.

No bolso, o verão costuma pesar. Férias escolares, passeios, alimentação fora de casa e atividades culturais fazem parte da programação, mas podem sair caro quando não há organização. Antes de tudo, vale colocar no papel o que entra e o que sai, definindo quanto pode ser destinado ao lazer sem comprometer despesas fixas. Ter um limite claro ajuda a fazer escolhas mais conscientes e evita que o prazer do momento vire preocupação depois.

Planejar com antecedência faz toda a diferença. Pesquisar preços, comparar opções de transporte e hospedagem, aproveitar promoções e dividir despesas com amigos ou familiares são atitudes simples que contribuem para a economia. Criar uma reserva específica para os gastos típicos do verão também é uma estratégia eficiente, permitindo aproveitar o período sem recorrer ao cartão de crédito ou comprometer o orçamento dos meses seguintes.

 

Planejamento é o melhor caminho

 

Outra forma de fortalecer a organização financeira é adotar o hábito de poupar. Produtos que incentivam essa prática, como o título de capitalização Ourocap, surgem como uma alternativa que combina disciplina financeira e a possibilidade de concorrer a prêmios em dinheiro. No próximo sábado, dia 27, o Ourocap 30 anos promove um sorteio especial, com até 30 prêmios de R$ 1 milhão, oferecendo aos ganhadores a chance de começar o verão com ótimas notícias.

Mais do que os prêmios, o maior benefício está no estímulo ao planejamento financeiro. O Ourocap atua como uma ferramenta de apoio nesse processo: além dos sorteios ao longo do plano, ao final da vigência o cliente resgata o valor acumulado, corrigido pela TR*, garantindo segurança e previsibilidade.

Nesse período, a saúde, por sua vez, também pede atenção redobrada. O calor exige hidratação constante, alimentação mais leve e uso diário de protetor solar. A exposição excessiva ao sol pode causar mal estar, principalmente em crianças e idosos. Ao mesmo tempo, o verão é um convite para se movimentar mais, aproveitar espaços abertos, caminhar, respirar e cuidar melhor do corpo e da mente.

Na questão da diversão, opções não faltam. Praias, rios, piscinas e eventos culturais fazem parte do clima da estação. Aproveitar tudo isso com responsabilidade é essencial para que os bons momentos não se transformem em riscos. Respeitar limites, ter cuidado em ambientes aquáticos e atenção ao consumo de bebidas alcoólicas fazem toda a diferença.

O verão está no ar e pode ser vivido com mais leveza quando há equilíbrio. Com um pouco de organização, cuidado com a saúde e escolhas conscientes, a estação se torna um tempo de boas memórias, descanso e diversão que vai além dos dias de calor.

Orçamento pessoal: você controla ou ele controla você?

 Aprender a controlar seu orçamento é o modo mais prático de cortar gastos e começar a investir!

Douglas Gonçalves.

 

A maioria dos brasileiros já sentiu, em algum momento, que o dinheiro “some” antes do fim do mês. Essa sensação tem explicação: sem planejamento, os gastos cotidianos passam despercebidos e, quando nos damos conta, o orçamento já está no vermelho. O problema, muitas vezes, não está apenas na renda limitada, mas também na ausência de hábitos financeiros saudáveis, como anotar despesas, definir limites de consumo e estabelecer metas realistas.

Entre os principais desafios enfrentados pela população estão o uso excessivo do cartão de crédito, a falta de reserva de emergência e a dificuldade em diferenciar desejo de necessidade. O cartão, por exemplo, é um aliado quando usado de forma planejada, mas se torna um inimigo quando as compras parceladas comprometem o salário de meses futuros. Ao invés de funcionar como ferramenta de conveniência, acaba transformando-se em fonte de ansiedade e endividamento.

Os números reforçam a gravidade do cenário. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias endividadas subiu de 77,6% em abril para 78,2% em maio. Entre os entrevistados, 83,6% apontaram o cartão de crédito como a principal fonte de dívidas. Os dados mostram que, mais do que uma dificuldade individual, trata-se de um problema estrutural que afeta a maioria das famílias brasileiras.

Mapear os gastos é essencial para enxergar cada despesa

 

Diante desse quadro, o primeiro passo para recuperar o controle é simples, mas exige disciplina: mapear os gastos. Não importa se em um caderno, planilha ou aplicativo, desde que se enxergue com clareza para onde vai cada real. Esse registro ajuda a identificar desperdícios, ajustar prioridades e evitar que o orçamento seja consumido por pequenas despesas aparentemente inofensivas, mas comprometedoras no final do mês.

Outro ponto crucial é a criação de uma reserva de emergência. A falta dessa segurança faz com que imprevistos, como um problema de saúde ou um reparo doméstico, se transformem em dívidas de alto custo. Ao separar mensalmente uma pequena parte da renda, o indivíduo constrói um colchão de tranquilidade que ajuda a evitar a entrada em ciclos de endividamento.

Também vale adotar o hábito de “pagar-se primeiro”, reservando uma porcentagem do salário para poupança ou investimento antes de arcar com as demais despesas. Por fim, o ato de dizer “não” em momentos de impulso, renegociar dívidas com juros altos e buscar alternativas, como a portabilidade de crédito, são atitudes que contribuem para colocar o orçamento novamente sob o seu comando. Afinal, controlar as finanças não é apenas lidar com números, mas escolher o futuro que se deseja construir.