O que é consumo sustentável?

Muito se ouve falar em sustentabilidade, mas nem todo mundo sabe sobre o que se trata o conceito de consumo sustentável.

Com cada vez mais tecnologias e aparelhos eletrônicos, o consumo desenfreado torna-se uma tendência que afeta, diretamente, os recursos do planeta. Logo, ele sofre impactos sociais e ambientais quando não pensamos de que forma devemos consumir.

A melhor escolha para começar a reverter essa situação e tornar o consumo sustentável um costume é optar por produtos que utilizem poucos recursos naturais e não danifiquem a natureza em sua composição e/ou decomposição. Produtos que possam ser reciclados ou aqueles que não se tornem obsoletos, ou seja, preferir os que possuem uma longa vida útil.

Temos liberdade para tomar decisões de compra e escolher empresas que produzam de forma consciente e preocupadas com o futuro do nosso planeta, do que apenas com o capitalismo.

O fato é que não precisamos que a produção diminua, pois ela fortalece todos os setores da economia. O que precisamos é uma renovação no modo de pensar e consumir, para que, cada vez mais, caminhemos para um mundo melhor e mais harmonioso.

Poluição sonora: confira perigos e cuidados

Poluição sonora é todo tipo de ruído que pode causar danos à saúde. Mesmo que não se acumule no meio ambiente, ela é considerada um dos principais problemas ambientais das grandes cidades.

Segundo a OMS, Organização Mundial de Saúde, níveis excedentes a 50 dB já começam a causar dificuldades de concentração e tensão. Acima dos 65 dB há a diminuição do sistema imunológico e aumento dos índices de morfina. Quando ultrapassa os 70 dB, a saúde mental começa a ser abalada e há incidências de zumbidos, tontura e danos auditivos, entre outros problemas.

Visando conscientizar a população, o Governo Federal lançou a “Lei do Silêncio”, na qual o ruído não pode ser maior do que 70 dB durante o dia e 50 dB das 22 horas às 7 horas, variando de uma cidade para outra.

Para evitar os efeitos nocivos da poluição sonora é recomendado não usar fones em volume mais alto do que a metade da capacidade do player, ficar longe de caixas de som em shows e eventos e usar protetor auricular em indústrias e construções.

Confira os níveis de ruídos presentes no seu dia a dia e proteja-se:

– Avenida em obras com britadeiras: 120 dB;
– Trios elétricos: 110 dB;
– Secador de cabelos: 95 dB;
– Liquidificador: 85 dB;
– Fogos de artifício: 125 dB e
– Avião decolando: 140 dB.

 

 

 

 

4 dicas para fazer trilha sem passar perrengue

Corpo em movimento, contato com a natureza, paisagem exuberante: eis alguns dos diversos benefícios das trilhas. Se você é iniciante, confira as dicas que selecionamos e prepare-se para a aventura:

1 – Pesquise detalhes e especificações:

Grau de dificuldade e tempo de percurso são informações importantes, lembre-se de pesquisá-las. Você não vai querer ser pego de surpresa!

2 – Use roupas confortáveis

Evite peças justas e que atrapalhem os movimentos; não use calçados novos, eles ainda não estão laceados e podem causar desconforto; aposte em bonés para se proteger do sol.

3 – Não esqueça o repelente:

Não tem como fugir: onde tem mata, tem mosquito. Passe repelente antes de sair de casa e leve-o em uma mochila.

4 – Hidrate-se:

Que tal congelar uma garrafa de água no dia anterior a trilha? Assim ela derreterá ao longo do percurso e você se manterá sempre hidratado.

E aí, se animou? Compartilhe com os amigos e comece a programar o fim de semana.

O que é sustentabilidade ambiental

Sustentabilidade nada mais é do que a consciência com o nosso planeta. Atitudes que cada vez

mais são vistas como a forma correta de se agir com os recursos que a Terra nos oferece, sem

explorá-los demais ou abusar de suas fontes escassas.

Mas e o que isso engloba?

São muitos fatores envolvidos na hora de uma empresa ou pessoa física ser considerada

sustentável. Ser ecologicamente correto é um dos pilares dessa nova consciência de vida, que

consiste em costumes que possam influenciar para o bem na saúde do planeta como um todo:

– Não desperdiçar matérias-primas que possam ser reutilizadas

– Ter cuidado com a fauna e flora

– Não misturar os tipos de lixo

– Não ignorar o fato de que os recursos são finitos

Essas são algumas das consciências que podemos ter ao longo de nossa vida sem deixar a

saúde da Terra de lado.

Para um futuro saudável, tanto na economia, quanto em todo o mundo, é necessário

pensarmos de forma sustentável.

Pensar em energias renováveis como alternativas, proteger o meio ambiente e as pessoas

através de atitudes ecológicas devem, cada vez mais, serem considerados como algo a ser feito

como plano A de qualquer organização.

Tudo isso é, justamente pensado, para construirmos um planeta melhor e, quem sabe,

recuperar os danos que causamos para o planeta e, consequentemente, à humanidade, ao

longo de todos esses anos.

Aprenda a fazer glitter ecológico caseiro

O prêmio de grande protagonista desse carnaval vai para… o glitter. Sucesso nos blocos de rua, ele tem feito a cabeça – literalmente! – dos foliões. O que pouca gente sabe é do seu impacto no meio ambiente.

Ao tomar banho, o microplástico desce pelo ralo e vai para o oceano, onde é ingerido por peixes e prejudica a fotossíntese das algas, fazendo com que todos os organismos marítimos sejam ameaçados.

Sendo assim, uma boa opção é produzir o seu próprio glitter ecológico caseiro, simples e fácil de fazer. Basta tingir com corante alimentício uma quantidade de sal e depois colocá-la no forno ou deixá-la no sol para secar.

Outra ideia é apostar em pós brilhantes de confeiteiro, encontrados em lojas especializadas, ou em glitters e purpurinas veganas, compostas por algas marinhas ou minerais naturais. Assim, você ajudará o meio ambiente e continuará brilhando.

3 dicas simples para manter a cidade limpa durante a folia

Segundo dados das empresas de limpeza, a quantidade de lixo recolhida após a folia cresce cerca de 40% a cada ano, o que aumenta o risco de enchentes e proliferação de mosquitos transmissores de doenças. Confira as dicas que selecionamos e curta a folia de forma consciente:

1 – Não jogue lixo no chão:

Procure a lixeira mais próxima. Não achou? Guarde o seu lixo até encontrá-la. Uma outra alternativa é levar a sua própria sacolinha.

2 – Use copos reutilizáveis:

Nada de acumular copos descartáveis! Aposte nos reutilizáveis e evite o desperdício.

3 – Não faça xixi na rua:

Bateu vontade de fazer xixi? Utilize os banheiros químicos disponibilizados pela Prefeitura da sua cidade.

Faça a sua parte e colabore para uma cidade mais limpa.

4 dicas para ser sustentável no trabalho

O nosso compromisso com o meio ambiente é diário – seja em casa, na rua ou até no trabalho. Confira as nossas dicas e comece hoje mesmo:

1 – Esqueça os descartáveis

Nada de copinho plástico! Leve a sua própria caneca ou garrafinha d’água para o escritório.

2 – Reduza o desperdício de papel

Vivemos em um mundo digital. Sempre que possível, opte pelo online e só imprima o que for realmente necessário.

3 – Atente-se ao consumo de energia

Quando for almoçar, lembre-se de desligar a impressora, o monitor e apagar as luzes.

4 – Ajude na mobilidade urbana

Dê carona aos colegas de trabalho. Quanto menos automóveis na rua, menos emissão de gases poluentes.

É fácil, não é mesmo? Agora mãos à obra!

Como se proteger contra a febre amarela

Já no começo deste ano, um surto de febre amarela atingiu o país. Segundo a Secretaria de Saúde de Minas Gerais, foram mais de 184 casos suspeitos. Mas como se proteger?

Vacinação é a saída. Recomenda-se uma aplicação aos noves meses de idade e um reforço aos quatro anos. Para quem não se vacinou neste período, o ideal é procurar o posto de saúde mais próximo, fazer a primeira aplicação agora e a próxima após dez anos.

Mas atenção: a Agência Nacional de Vigilância Sanitária não recomenda a vacina para pessoas com doenças que baixam a imunidade – lúpus, câncer e HIV -, idosos, grávidas e alérgicos a gelatina e ovo. Para quem se enquadra em algum destes perfis, o indicado é procurar um médico.

Sintomas da febre amarela

Os principais sintomas da doença são: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos (que podem durar até três dias). Em casos mais graves, icterícia (olhos e pele amarelados), insuficiências hepática e renal, hemorragias e cansaço extremo.

Se você sente algum destes sintomas, consulte o seu médico.