Como organizar um escritório gastando pouco

Se você faz parte do time de pessoas que não precisam sair de casa todos os dias para um escritório ou gerencia o seu próprio negócio em casa, provavelmente sabe que não tem como cumprir as tarefas do trabalho sem um espaço adequado. Para isso, ter um escritório em casa é fundamental. Mas para você não passar perrengue, aprenda a organizar um ambiente profissional no seu lar sem gastar muito.

Aproveite a luz natural

Antes de começar a colocar os móveis pelo espaço, pense na organização de forma que priorize as janelas e a entrada de luz natural. Pode não parecer, mas isso vai fazer diferença no seu bolso no fim do mês. Até porque, agora todo o custo com energia e internet estará dentro dos gastos mensais da casa. Se você gosta de trabalhar à noite, certifique-se de ter cores claras nas paredes e usar lâmpadas econômicas.

Use móveis que já tenha em casa

Sabe aquela poltrona que era do seu avô e agora está dando sopa pela casa? Use-a para decorar o seu novo local de trabalho. A sobra de móveis também é bem-vinda: um tampão de madeira e dois banquinhos formam uma mesa bem espaçosa. Você só precisa dar um acabamento e terá uma mesa novinha em folha.

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Dê novas utilidades para objetos da casa

Esse é o momento de vasculhar a casa à procura de tudo que pode servir para seu novo escritório. Aquela caneca que você ganhou, mas que nunca viu um café, talvez daria um ótimo porta caneta ou porta treco. Além de não gastar dinheiro, você ainda preenche de personalidade o seu espaço de trabalho.

Invista em prateleiras

Prateleiras são sempre as melhores opções quando o assunto é economia e organização. Costumam ser baratas e substituem a necessidade de uma estante. Você pode dispô-las na parede de modo que combinem com as cantoneiras e formem uma decoração criativa. E o melhor: sem gastar quase nada.

Seja sustentável

Ser sustentável é mais que um conceito. É incorporar hábitos e atitudes conscientes na vida. Por isso, aqui também é lugar de praticar a sustentabilidade – até porque isso te traz boas economias. Tenha atenção no final do expediente e desligue todos os equipamentos. Além disso, priorize usar produtos, como tomadas elétricas e carregadores, que economizam energia.

DescompliCap #1: O que é Taxa Referencial?

Ao ler as Condições Gerais do seu título de capitalização, você percebe que receberá 100% do que guardou. Mas além disso, uma quantia relacionada a uma chamada Taxa Referencial será somada nesse resgate. E o que isso significa? Para você entender o que é a Taxa Referencial e como ela implica no seu título de capitalização, o Zero Perrengue preparou esse primeiro texto da série DescompliCap.

O que é Taxa Referencial?

O ano é 1990 e a inflação ficou acima de 1600%. Ou seja, um produto que começou o ano custando R$10, ao seu final estava acima R$160. Com esse cenário econômico conturbado, no início de 1991 foi instituído o Plano Collor II, que dentre seus objetivos, tinha o combate à inflação. Na época, muitas variáveis econômicas eram corrigidas pela inflação. E para evitar isso, a Taxa Referencial foi criada. Assim, investimentos e financiamentos passaram a acompanhar a TR.

Dessa forma, a TR passou a ser uma taxa referência de juros na economia brasileira, sendo divulgada diariamente pelo Banco Central. Inclusive, em seu site você consegue calcular o valor de correção pela TR de forma simples.

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Taxa Referencial nos títulos de capitalização

E onde entra a Taxa Referencial nos títulos de capitalização? Após a vigência do seu título, se não houver débitos, você resgata o seu valor integral mais a atualização monetária pela TR.

Entendendo a capitalização

A falta de informação sobre os títulos de capitalização faz com que muitas pessoas tenham ideias errôneas em relação a eles e seus objetivos, o que gera críticas e muita confusão na cabeça do consumidor. Para ajudá-lo a entender melhor o assunto, separamos 2 mitos amplamente difundidos sobre esses títulos.

“Capitalização não rende”

Capitalização não é investimento, mas sim uma alternativa segura de guardar dinheiro para quem não tem disciplina financeira e pensando em formar uma reserva. De maneira descomplicada, você paga um valor por mês ou de uma só vez e consegue guardar dinheiro durante o tempo que melhor se encaixar no seu planejamento. Ainda tem como incentivo a possibilidade real de ganhar prêmios como atalho para alcançar o plano de vida traçado.

“Capitalização é loteria”

O aspecto lúdico dos sorteios é um atrativo da Capitalização. É o que faz dos produtos ofertados uma solução diferenciada. Além disso, é um atributo comum a todas as modalidades disponíveis. Entretanto, a comparação com loterias é totalmente inadequada, pois, os sorteios nos títulos de capitalização têm funções específicas que variam de acordo com a modalidade contratada. Mas nos produtos mais consumidos no mercado, o sorteio funciona como estímulo à formação de reservas, incentivando a permanência nos planos e a
conquista da disciplina para guardar dinheiro.

Para esclarecer todas as suas dúvidas sobre Capitalização, acesse o site da Brasilcap e continue acompanhando o nosso blog.

4 dicas para ensinar uma criança a economizar

Muita gente pensa que planejamento financeiro não é assunto para crianças. No entanto, como tudo na vida, esse é um processo que as pessoas precisam aprender desde bem cedo. Existem diversas formas simples, e até lúdicas, de ensinar seu filho a utilizar o dinheiro de forma mais responsável. Veja como:

1- Utilize a mesada

Ao invés de comprar tudo para o seu filho, dê a ele uma mesada semanal ou mensal. Quando seu pequeno pedir alguma coisa – como uma boneca, um carrinho ou um brinquedo qualquer, incentive-o a economizar dinheiro para comprar o que for de interesse dele. Esse pode ser um bom exercício para que, no futuro, a criança faça uma poupança.

2- Deixe-o errar

Caso seu filho acabe gastando a mesada – ou parte dela – antes da hora, não caia na tentação de completar a quantia que falta. Também não o impeça de gastar seu dinheiro no que quer que seja. Afinal, só errando ele sentirá na pele as consequências de ter gastado determinado valor. É importante que ele cresça com a ideia de que não é possível conquistar tudo sem esforço.

3- Divirta para educar

Existem diversos jogos, de tabuleiro ou eletrônicos, que podem ensinar seu filho a economizar de forma lúdica. Dois grandes exemplos são os já renomados Jogo da Vida e Banco Imobiliário. Na internet, também é possível brincar e aprender, como com o jogo Bate-Bola Financeiro. Educar através da diversão pode ser muito mais eficaz que prolongados sermões ou intermináveis reclamações dos pais com relação às finanças da família.

4- Sem exageros

Aconselhar seus filhos sobre as melhores formas de poupar é importante. Entretanto, vá com calma, tudo na vida com exagero é ruim, e deixar seu filho “refém” de guardar dinheiro, pode o fazer deixar de aproveitar momentos que seriam inesquecíveis para ele. Não é preciso deixar de aproveitar a vida para economizar, basta saber com o que e a hora de guardar ou gastar.

5 dicas para você trocar de vez o carro pela bicicleta

Menos estresse com o trânsito, sentir o ar batendo no rosto, apreciar a paisagem, benefícios para a saúde… São várias as vantagens para quem escolhe a bicicleta ao invés do carro. Entretanto, como conseguir trocar quatro rodas por duas no dia a dia? Ainda mais nas ruas movimentadas de grandes cidades, como Rio e São Paulo? Aqui vão algumas dicas.

1- Escolha bem seu trajeto

Antes de sair com sua bicicleta, identifique a rota mais segura que leve ao seu destino. Há vários aplicativos e serviços online que permitem fazer isso. Pelo Google Maps, por exemplo, é possível conferir até mesmo a altitude do trajeto, quando você seleciona a opção “bicicleta” – o que ajuda a evitar trechos muito íngremes. Certifique-se também de quais são os locais com mais ciclovias.

2- Você não precisa suar

Muitos não gostam de ir ao trabalho de bicicleta para evitar a transpiração. Uma boa forma de solucionar esse problema é pedalar mais devagar. Leve água bem gelada. Quando sentir que está suando demais, hidrate-se para que seu corpo não suba a temperatura e você não sue, ou até mesmo dê uma parada na sombra. Além disso, coloque roupas leves, carregue sua mochila no bagageiro da bike, pois a mochila nas costas retém calor, facilitando a transpiração indesejada, e cubra sua testa com uma testeira para absorver o suor.

3- Equipe bem sua bicicleta

Além do capacete, previna-se contra acidentes noturnos utilizando faróis com luz branca na parte da frente da sua bike e vermelha na parte de atrás (para o motorista saber se você está indo ou voltando). Também prefira luzes que piscam, uma vez que são mais intensas e costumam chamar mais a atenção do que as ininterruptas.

4- Pedale com cuidado

Quem vai de bicicleta também deve evitar a contramão. Entre os vários motivos para isso, está o fato de os pedestres sempre olharem apenas para o lado de onde vêm os carros na hora de atravessar a rua. Usar a faixa direita, comumente destinada aos automóveis com menor velocidade, é outra forma de manter-se longe de perigos. Só tome cuidado para não ficar muito no canto e ser fechado por motoristas mais impacientes.

5- Onde guardar a sua bicicleta com segurança

Se o seu trabalho não oferece um local para guardar a sua bicicleta, não tem problema. Há lugares que oferecem esse tipo de serviço, em que você pode deixar o seu meio de transporte alternativo em segurança. Em alguns, inclusive, há a opção de tomar banho. Ou seja, chegar no trabalho suado não é mais uma desculpa para não trocar de vez o carro pela bicicleta.

Nem tudo que parece ser reciclável é

Quando se trata de reciclagem, não é tão simples separar em apenas plástico, vidro, papel e metal. É comum nesses casos misturar o que é de fato reciclável e não é. Saiba quais objetos não podem entrar de jeito nenhum nas lixeiras coloridinhas.

Papel não é tudo igual

Nem todo papel é igual quando se fala em reciclagem. Papéis que foram usados, como guardanapos ou com restos de comida e gordura não são recicláveis. Sanitário nem se fala. Para essa lista entram: papel carbono, de fax, metalizados, parafinados e qualquer papel plastificado. Fita crepe e etiquetas adesivas também não são possível de serem aproveitados no processo de reciclagem. Por mais que fotografias e bitucas de cigarro sejam feitas de papel, também não podem ser jogadas na lixeira azul.

Há plásticos que não podem ser reciclados

O cabo daquela panela velha não pode ser aproveitado para a reciclagem dos plásticos. Os acrílicos nem sempre podem ser reciclados, pois isso vai depender do reciclador, já que o processo de reciclagem desse material é mais complexo. E o raio-x que você tirou há anos também não pode ir para a lixeira de recicláveis.

Nem todo vidro é reciclável

No mundo dos recicláveis dos vidros, os espelhos e vidros temperados não podem ir para a lixeira verde, bem como os vidros especiais, como os da tampa de forno e micro-ondas. Da lista de itens da sua cozinha, esqueça as louças, cerâmicas, pirex e porcelanas. Nada disso pode ser reciclado.

Cuidado com os metais tóxicos

A lista de metais que não podem ser recicláveis é menor do que em relação às outras. No caso, não se deve jogar na lixeira amarela esponja de aço, latas de verniz e muito menos latas de produtos tóxicos. O potinho de marmitex está permitido, porém sem restos de comida.

Quem regula os títulos de capitalização?

Na hora de comprar um título de capitalização, existe uma série de condições gerais, certo? Muitas delas são padrões e devem existir para todos. Por exemplo, a vigência mínima de um título é de 12 meses. Mas quem determinou isso? Conheça os órgãos específicos que regulam e fiscalizam o mercado de capitalização e saiba como consultar se uma empresa está regulamentada antes de adquirir o seu título de capitalização.

Mas afinal, quem regula os títulos de capitalização?

Você já deve ter percebido que a venda de um título de capitalização é feita através de instituições financeiras, como o banco. No entanto, a regulamentação desse produto fica por conta de órgãos ligados ao Ministério da Fazenda. Quem decide as diretrizes e regras da política de capitalização é o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). E a Superintendência de Seguros Privados (Susep) é responsável por executar essas normas definidas pelo CNSP, fiscalizando as constituições e operações do ramo.

E como sei se meu título está registrado na Susep?

Antes de adquirir o seu título, é importante saber se a empresa está registrada na Susep (no próprio site existe o campo de consulta). E como todo título, antes de ser comercializado, deve ser analisado e aprovado pela Susep, você também pode consultar se ele está registrado no órgão. Para descobrir é simples como a consulta anterior. No caso, você vai precisar pegar o número do processo administrativo que está obrigatoriamente nas condições gerais do seu título e verificá-lo no formulário da Susep.

Não compre títulos de capitalização sem registro

Sempre que o assunto é dinheiro, você precisa ter cuidado redobrado. Afinal, você não quer gastar grana e sofrer algum dano, certo? Por isso, na hora de comprar o seu título de capitalização se informe e não confie em empresas que não estejam registradas na Susep. Assim, as chances de juntar uma grana e da sorte bater à sua porta são reais.

Meu nome está sujo. E agora? Como negociar a dívida

1º passo

O 1º passo é descobrir se está com o nome sujo. A consulta ao SPC é feita pessoalmente. Basta comparecer a um dos balcões de atendimento do SPC Brasil, levando o CPF original e documento com foto (confira os endereços). Você também pode consultar gratuitamente, pelo site do Serasa:

2º passo

O 2º passo é depois de consultar se o seu nome está em listas como SPC e Serasa e ter a notícia negativa. Aí é hora de pensar nas opções para resolver esse problema. Ficar com o nome sujo não é legal, e isso traz uma série de restrições na sua vida. Nessas horas, a melhor alternativa é negociar o montante que deve e ficar livre da inadimplência.

Não tenho dinheiro agora para pagar a dívida

Você viu o montante da dívida e se assustou. E o pior: sabe que não tem dinheiro para quitá-la agora. Mas não se desespere! É possível negociá-la e salvar o seu CPF. Inclusive é uma opção melhor do que não pagar, pois assim você ainda consegue um desconto no saldo devedor.

Como negociar a dívida

Depois de encontrar seu nome e ver que está com dívidas, você pode negociá-la pelo Serasa Limpa Nome. Lá, existem empresas parceiras em que você pode fazer todo o processo da negociação sem estresse. Depois é só realizar o pagamento e pronto! No caso da sua dívida ser com uma empresa que não faz parte do Serasa Limpa Nome, você vai precisar entrar em contato direto com os credores e fazer a negociação.

Meu nome fica limpo depois da negociação?

Com um acordo, após o pagamento da primeira parcela o credor é obrigado a tirar o nome do devedor dos cadastros do SPC e Serasa. O que passa a existir é uma nova dívida, com novas datas para pagamento e que não poderá gerar restrição nos bancos de dados enquanto estiver sendo paga normalmente.

3º passo

O 3º passo, depois de se livrar das dívidas, é começar a se organizar para não passar esse perrengue novamente!

Com o Ourocap, você aprende a ter disciplina financeira, guardando um pouquinho a cada mês. Você pode começar com apenas R$ 30,00 por mês! Além disso, durante todo o plano concorre a diversos sorteios e pode receber uma bolada! Ah! E no final do plano ainda recebe de volta o dinheiro que guardou corrigido!

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Mini horta em casa: como economizar sendo sustentável

Você costuma ir à feira aos sábados. Sabe que lá encontra os melhores legumes e hortaliças fresquinhos. Leva um de cada para casa, afinal, nunca se sabe do que vai precisar ao longo dos dias. No entanto, chega ao final da semana e você percebe que não consumiu tudo o que comprou. E o pior, a maioria já está estragado. Se você está cansado de jogar dinheiro fora e desperdiçar alimentos, uma alternativa é cultivar a sua própria horta. Garantimos que não é tão complicado quanto parece.

O lugar ideal para cultivar uma horta é onde você mora

Não importa se você mora em casa ou apartamento, nesse caso não é necessário um grande quintal. O importante é achar o lugar ideal do seu lar em que as plantinhas terão melhores condições de crescimento. Para isso, procure um espaço em que bata sol pelo menos em algum período do dia.

Usar os próprios temperos: economia certa

Depois de ter a própria horta, nada mais lógico do que passar a consumir os próprios temperos e vegetais, certo? O que pode não ser tão óbvio é a economia que isso traz no seu bolso. Já fez as contas do quanto você gasta – e talvez até desperdiça – comprando toda semana ramos de temperos no mercado e usando só uma pitada deles? Pois é, dessa forma você tem ao seu alcance a quantidade que precisa, evitando desperdícios e gastos. O meio ambiente e o seu bolso agradecem!

Sua saúde também vai te agradecer

Cultivar uma horta caseira é também questão de saúde. Você vai ter aquele incentivo que precisava para incluir mais vegetais na alimentação e ainda vai garantir hortaliças completamente livres de agrotóxicos.