Dia da Gratidão: reconhecer, agradecer e agir

“Expresse gratidão com palavras e atitudes. Sua vida mudará muito de modo positivo”.

Masaharu Taniguchi

 

Celebrado como um convite à reflexão e à empatia, o Dia da Gratidão vai além de um simples gesto de dizer “obrigado”. A data destaca a importância de reconhecer conquistas, valorizar pessoas e compreender que a gratidão é um exercício diário, capaz de transformar relações, fortalecer comunidades e estimular atitudes solidárias.

Em um mundo marcado pela pressa, pela cobrança constante e por desafios sociais cada vez mais complexos, agradecer torna-se um ato significativo. Reconhecer o esforço de quem caminha ao nosso lado, seja na família, no ambiente de trabalho ou na comunidade, contribui para a construção de relações mais humanas e colaborativas. A gratidão ajuda a deslocar o olhar da escassez para o reconhecimento do que já foi conquistado, promovendo bem-estar emocional e equilíbrio.

Pesquisas indicam que pessoas que cultivam a gratidão tendem a desenvolver relações mais saudáveis, maior capacidade de enfrentar dificuldades e uma percepção mais positiva da vida. No âmbito coletivo, esse sentimento fortalece vínculos sociais e incentiva práticas baseadas no respeito, na escuta e no cuidado com o outro. A gratidão, portanto, ultrapassa a dimensão individual e se consolida como uma ferramenta de transformação social.

Reconhecer também é um exercício de justiça. Valorizar o trabalho de profissionais muitas vezes invisibilizados, agradecer ações solidárias e destacar iniciativas comunitárias contribui para dar visibilidade a quem faz a diferença diariamente. Esse reconhecimento fortalece a autoestima, estimula a continuidade de boas práticas e inspira outras pessoas a adotarem atitudes semelhantes.

O Dia da Gratidão também convida à reflexão sobre o papel de cada cidadão na construção de uma sociedade mais justa. Ajudar o próximo, por meio  de doações, trabalho voluntário, apoio emocional ou pequenas atitudes do cotidiano, é uma extensão natural desse sentimento. Quem reconhece o que tem compreende melhor a importância de compartilhar e estender a mão a quem enfrenta dificuldades.

Nesse contexto, o Doadin, título de capitalização da modalidade Filantropia Premiável da Brasilcap, surge como uma alternativa concreta de apoio ao próximo. Ao adquirir o produto, o participante concorre a sorteios ao longo da vigência e, ao final, o valor que seria resgatado é destinado a uma instituição beneficente.

A iniciativa alia solidariedade e incentivo, permitindo contribuir com causas sociais e, ao mesmo tempo, participar de prêmios. Simples, prático e com propósito, o Doadin fortalece projetos sociais da Fundação BB e apoia a atuação da AACD na promoção da inclusão e da mobilidade, com sorteios que podem chegar a até R$ 25 mil. A proposta reforça que agradecer também é agir em favor do bem coletivo.

Mais do que uma data no calendário, o Dia da Gratidão lembra a importância de cultivar esse valor ao longo de todo o ano. Agradecer, reconhecer e ajudar o próximo são práticas que fortalecem laços, promovem esperança e mostram que a transformação social começa em gestos simples, mas cheios de significado.

Ano novo: recomeços, organização e novos planos

 

⁠”Ciclos são feitos de processos e a cada novo ciclo um novo processo é determinado para sermos aperfeiçoados”.

Michelli Ruiz

A virada do ano vai além da mudança no calendário. Para muitas pessoas, esse período funciona como um marco simbólico que incentiva reflexões sobre o tempo, as escolhas feitas e as possibilidades que se abrem com um novo ciclo. O início do ano costuma ser associado à ideia de recomeço, reorganização da vida e definição de novos planos, tanto no campo pessoal quanto profissional.

Depois de meses marcados por desafios e aprendizados, o novo ciclo convida à revisão de prioridades. Questões ligadas à saúde, ao trabalho, às finanças e ao bem-estar emocional ganham destaque nesse processo. A organização da rotina e o estabelecimento de metas possíveis passam a ser vistos como instrumentos importantes para transformar expectativas em ações concretas ao longo do ano.

Organizar a vida, no entanto, não se resume a agendas ou listas de tarefas. O processo envolve a revisão de hábitos, a redefinição de objetivos e a adoção de estratégias mais eficientes para administrar o tempo e os recursos disponíveis. Nesse contexto, muitas pessoas aproveitam o início do ano para reavaliar o orçamento, reduzir gastos e planejar investimentos, buscando maior previsibilidade e segurança financeira.

Ao estabelecer metas de curto, médio e longo prazo, torna-se mais fácil identificar caminhos e estruturar etapas para alcançar objetivos. Mudanças de carreira, início de cursos, abertura de negócios ou a realização de uma viagem são exemplos de planos que ganham mais viabilidade quando sustentados por organização e constância.

Planejamento é o caminho para um ano mais equilibrado 

 

No campo financeiro, produtos como os títulos de capitalização, a exemplo do Ourocap, surgem como uma alternativa para quem busca aliar disciplina à formação de recursos ao longo do tempo. Com contribuições únicas, periódicas ou mensais, esses produtos permitem acumular valores e a participação em sorteios, de acordo com as condições previstas em contrato, funcionando como um estímulo adicional ao hábito de planejar.

Além dessas questões, o novo ano também impacta as relações sociais e familiares. Muitas pessoas aproveitam o período para fortalecer vínculos, retomar diálogos e reorganizar a dinâmica doméstica. Famílias revisam rotinas e responsabilidades, enquanto comunidades refletem sobre solidariedade, cooperação e apoio mútuo diante dos desafios sociais.

No plano individual, o caminho se passa por incentivar mudanças de comportamento e a busca por equilíbrio emocional. Conciliar trabalho, vida familiar e tempo pessoal tornou-se uma preocupação recorrente, reforçando a compreensão de que os recomeços são construídos a partir das relações e do contexto social em que cada pessoa está inserida.

Dessa forma, o novo ano se apresenta como um espaço de possibilidades. Mais do que promessas, ele oferece a chance de estruturar uma vida mais organizada e alinhada aos próprios objetivos, transformando planos em ações concretas ao longo do tempo.

O verão tá no ar: Planejamento financeiro, saúde e diversão

O verão começa oficialmente neste último dia 21 de dezembro e, com ele, chegam os dias mais longos, o calor intenso e aquela sensação de que é hora de desacelerar. É um período associado a viagens, encontros ao ar livre, festas e momentos de descanso. Mas, para aproveitar essa estação de forma tranquila, é importante olhar com atenção para três pontos que caminham juntos: planejamento financeiro, saúde e diversão.

No bolso, o verão costuma pesar. Férias escolares, passeios, alimentação fora de casa e atividades culturais fazem parte da programação, mas podem sair caro quando não há organização. Antes de tudo, vale colocar no papel o que entra e o que sai, definindo quanto pode ser destinado ao lazer sem comprometer despesas fixas. Ter um limite claro ajuda a fazer escolhas mais conscientes e evita que o prazer do momento vire preocupação depois.

Planejar com antecedência faz toda a diferença. Pesquisar preços, comparar opções de transporte e hospedagem, aproveitar promoções e dividir despesas com amigos ou familiares são atitudes simples que contribuem para a economia. Criar uma reserva específica para os gastos típicos do verão também é uma estratégia eficiente, permitindo aproveitar o período sem recorrer ao cartão de crédito ou comprometer o orçamento dos meses seguintes.

 

Planejamento é o melhor caminho

 

Outra forma de fortalecer a organização financeira é adotar o hábito de poupar. Produtos que incentivam essa prática, como o título de capitalização Ourocap, surgem como uma alternativa que combina disciplina financeira e a possibilidade de concorrer a prêmios em dinheiro. No próximo sábado, dia 27, o Ourocap 30 anos promove um sorteio especial, com até 30 prêmios de R$ 1 milhão, oferecendo aos ganhadores a chance de começar o verão com ótimas notícias.

Mais do que os prêmios, o maior benefício está no estímulo ao planejamento financeiro. O Ourocap atua como uma ferramenta de apoio nesse processo: além dos sorteios ao longo do plano, ao final da vigência o cliente resgata o valor acumulado, corrigido pela TR*, garantindo segurança e previsibilidade.

Nesse período, a saúde, por sua vez, também pede atenção redobrada. O calor exige hidratação constante, alimentação mais leve e uso diário de protetor solar. A exposição excessiva ao sol pode causar mal estar, principalmente em crianças e idosos. Ao mesmo tempo, o verão é um convite para se movimentar mais, aproveitar espaços abertos, caminhar, respirar e cuidar melhor do corpo e da mente.

Na questão da diversão, opções não faltam. Praias, rios, piscinas e eventos culturais fazem parte do clima da estação. Aproveitar tudo isso com responsabilidade é essencial para que os bons momentos não se transformem em riscos. Respeitar limites, ter cuidado em ambientes aquáticos e atenção ao consumo de bebidas alcoólicas fazem toda a diferença.

O verão está no ar e pode ser vivido com mais leveza quando há equilíbrio. Com um pouco de organização, cuidado com a saúde e escolhas conscientes, a estação se torna um tempo de boas memórias, descanso e diversão que vai além dos dias de calor.

Direitos Humanos garantem liberdade, igualdade e justiça

“Os direitos humanos são a ponte entre a consciência e o dever de cuidar do outro”.

Fernando Zaddock

Em um mundo marcado por transformações aceleradas e desafios sociais persistentes, a defesa da liberdade, da igualdade e da justiça continua sendo um eixo essencial para a convivência democrática. Esses valores, hoje presentes no debate público e nas políticas de Estado, ganharam força a partir de um compromisso global firmado há 77 anos, quando a comunidade internacional aprovou um dos documentos mais influentes da história: a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Proclamada em 10 de dezembro de 1948, logo após as atrocidades da Segunda Guerra Mundial, a declaração representou um pacto internacional para impedir que violações tão profundas voltassem a se repetir. Ao afirmar que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, ela inaugurou uma nova compreensão sobre cidadania e respeito às diferenças, estabelecendo parâmetros universais de proteção para todas as pessoas.

Entre os principais avanços proporcionados pelo documento está a consolidação da ideia de que direitos humanos são inerentes à condição humana. A partir dele, garantias como educação, saúde, liberdade de expressão, participação política, segurança e igualdade perante a lei passaram a ser tratadas como essenciais ao desenvolvimento de indivíduos e sociedades. A declaração também inspirou constituições democráticas, impulsionou políticas públicas e deu origem a tratados internacionais voltados ao combate ao racismo, à discriminação de gênero, à violência e à tortura.

Outro impacto significativo foi o fortalecimento de mecanismos de monitoramento e denúncia de violações. Organizações civis, ativistas e cidadãos passaram a contar com instrumentos internacionais capazes de responsabilizar Estados e dar visibilidade a práticas autoritárias. Esse avanço tornou possível enfrentar abusos, ampliar a transparência e proteger populações historicamente vulnerabilizadas.

Hoje, a Declaração Universal permanece atual e necessária. Em um cenário global marcado por conflitos, desigualdade, migrações forçadas, discursos de ódio e desafios no ambiente digital, seus princípios continuam funcionando como referência ética e política. Movimentos que defendem diversidade, inclusão e combate às desigualdades encontram no documento uma base sólida para sustentar suas pautas.

Celebrar o Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos não é apenas lembrar um marco histórico. É reafirmar que a dignidade humana precisa estar no centro de qualquer projeto de sociedade. Defender direitos humanos significa proteger todas as pessoas, sem exceção, garantindo que liberdade, igualdade e justiça não sejam apenas ideais, mas realidades concretas.

Em situações de violação no Brasil, a população pode recorrer ao Disque 100, à Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, ao aplicativo Direitos Humanos BR, aos Conselhos Tutelares e às Defensorias Públicas, além de acionar o 190 em casos de emergência. Esses canais existem para assegurar que nenhuma violação permaneça invisível e para garantir que toda pessoa tenha acesso à proteção e à justiça.

Voluntariado: pequenas ações, grandes impactos

⁠” O voluntário é a expressão concreta do amor gratuito”.

Celina Missura

 

Em um cenário global marcado por desafios sociais cada vez mais complexos, o voluntariado se consolida como uma prática transformadora e acessível para quem deseja contribuir com o bem comum. Pequenas iniciativas, contínuas ou pontuais, têm o potencial de modificar realidades, fortalecer grupos locais e gerar efeitos que ultrapassam a esfera individual. O ato de colaborar de forma espontânea revela a força da cidadania ativa e da empatia aplicada ao cotidiano, valores essenciais para sociedades mais justas e inclusivas.

Todo ano, em 5 de dezembro, o mundo celebra o Dia Internacional do Voluntariado, instituído pela Organização das Nações Unidas para reconhecer pessoas que dedicam tempo, talento ou conhecimento em benefício de diferentes causas. Mais do que uma data comemorativa, é um convite à reflexão e ao engajamento, estimulando a formação de redes de apoio fundamentais. Trata-se de um movimento que cresce impulsionado pelo desejo coletivo de promover um futuro mais solidário e sustentável.

Participar de ações comunitárias vai além do alcance imediato nos projetos atendidos. Pesquisas indicam que a prática também beneficia quem se envolve: fortalece a autoestima, amplia o senso de propósito, desenvolve competências socioemocionais e cria vínculos que muitas vezes se estendem para além das atividades realizadas. Em uma sociedade marcada pelo ritmo acelerado e pelo individualismo, dedicar tempo ao outro se torna um exercício de humanidade e reconexão.

 

 

As possibilidades de atuação são diversas e atendem a diferentes perfis e rotinas. Há o trabalho presencial, realizado em entidades sociais, escolas, hospitais, abrigos, iniciativas ambientais e intervenções emergenciais. Já o voluntariado digital, que ganhou força nos últimos anos, permite colaborar a distância em frentes como mentorias, produção de conteúdo, apoio administrativo, aulas online e campanhas de mobilização.

Empresas também têm ampliado programas internos que incentivam seus colaboradores a participar de projetos organizados, fortalecendo a cultura corporativa e ampliando o alcance social das organizações. Outra alternativa é a participação eventual, voltada a mutirões e campanhas específicas. Profissionais com formação técnica podem ainda contribuir por meio do voluntariado especializado, oferecendo conhecimentos em áreas como saúde, educação, comunicação, direito, tecnologia e gestão.

Contribuir de forma indireta também é um caminho possível. Na Brasilcap, por exemplo, é possível adquirir o produto Doadin, que apoia instituições as sociais AACD e a Fundação BB, responsáveis por promover ações de voluntariado durante todo o ano.

Cada gesto voluntário, por mais simples que seja, tem efeito multiplicador. Ao apoiar entidades, fortalecer iniciativas comunitárias e promover o bem-estar de pessoas em situação de vulnerabilidade, o voluntariado ajuda a construir uma sociedade mais solidária.

Caminhos para a construção de um mundo acessível

“Inclusão é um direito daqueles que precisam, e incluir é um dever de todos”.

Letícia Butterfield

 

Celebrado em 3 de dezembro, o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência convida o mundo a refletir sobre um tema decisivo para sociedades que almejam equidade: a construção de um ambiente verdadeiramente acessível para todos. Instituída pela ONU em 1992, a data busca ampliar a conscientização sobre os direitos das pessoas com deficiência e estimular governos, empresas e cidadãos a adotarem práticas que assegurem participação plena e digna em todos os espaços sociais.

Nas últimas décadas, avanços importantes foram registrados, especialmente após marcos legais como a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei Brasileira de Inclusão. Ainda assim, o cenário está longe do ideal. No Brasil, mais de 18 milhões de pessoas declaram possuir algum tipo de deficiência, segundo dados oficiais, o que evidencia a urgência de políticas permanentes, estruturadas e integradas.

Entre os caminhos apontados por especialistas está o modelo social da deficiência, que desloca o foco da limitação individual para as barreiras criadas pela sociedade. Rampas inexistentes, calçadas irregulares, transporte inadequado, falta de tecnologias assistivas e atitudes capacitistas seguem sendo fatores que restringem autonomia, oportunidades e cidadania.

A construção de cidades inclusivas é, portanto, uma prioridade. Calçadas acessíveis, sinalização tátil, transporte adaptado e equipamentos públicos estruturados permitem mobilidade, segurança e dignidade. Na educação, a inclusão passa por infraestrutura adequada, formação de professores, materiais acessíveis e convivência que reduza preconceitos desde a infância.

Cidades acessíveis evitam barreiras sociais

 

No mercado de trabalho, a inclusão exige revisão de processos, ambientes acessíveis física e digitalmente, sensibilização das equipes e valorização da diversidade como atributo estratégico. Empresas que integram acessibilidade ao seu planejamento contribuem não só para a equidade, mas também para a inovação e para o desenvolvimento sustentável do país.

Nesse contexto, ganha destaque também o papel de organizações que apoiam instituições dedicadas às pessoas com deficiência. Um exemplo é a Brasilcap, referência no setor de capitalização e criadora do Doadin, título de capitalização da modalidade Filantropia Premiável.

Ao adquirir esse produto, o cliente concorre a sorteios e, ao final da vigência, o valor de resgate é doado para uma instituição beneficente, como a Fundação Banco do Brasil e a AACD. A empresa também mantém apoio contínuo ao Teleton há 11 anos, contribuindo para o tratamento de milhares de crianças atendidas pela instituição.

Construir um mundo acessível é uma tarefa coletiva e contínua. No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, o chamado é claro: transformar consciência em prática e assegurar que acessibilidade seja um princípio permanente, e não uma exceção.

Dezembro Vermelho: Informação e cuidado transformam vidas

O Dezembro Vermelho marca, em todo o Brasil, uma mobilização dedicada à conscientização sobre o HIV e a Aids. A partir do dia 1º de dezembro, Dia Internacional da Luta contra a Aids, instituições de saúde, organizações sociais e órgãos públicos intensificam iniciativas que reforçam o compromisso com a prevenção, o diagnóstico precoce e o combate ao estigma.

As campanhas educativas ganham destaque nesse período com o objetivo de aproximar a população de informações seguras e atualizadas. A comunicação clara em ações comunitárias, atividades escolares ou meios digitais ajuda a reduzir preconceitos, estimular o diálogo e incentivar o cuidado com a saúde.

Essas iniciativas também são essenciais para desfazer mitos, esclarecer dúvidas e reforçar que HIV e Aids não são sinônimos. O HIV é o vírus, e a Aids é a fase avançada da infecção, hoje totalmente evitável com tratamento gratuito ofertado pelo Sistema Único de Saúde.

O Brasil adota a estratégia de prevenção combinada, que reúne diferentes formas de proteção, como o uso de preservativos, a testagem regular, a PrEP (Profilaxia de Pré Exposição), indicada para pessoas com maior risco de contato com o vírus, e a PEP (Profilaxia de Pós Exposição), recomendada em situações emergenciais, como relações sem proteção ou exposição acidental a material biológico. Disponíveis no SUS, essas medidas podem ser acessadas rapidamente. No caso da PEP, o início precisa ocorrer em até setenta e duas horas.

O diagnóstico precoce é outro pilar do enfrentamento ao HIV. Detectar a infecção no início permite iniciar o tratamento antirretroviral mais cedo, garantindo qualidade de vida e reduzindo complicações. Além disso, quanto antes a pessoa recebe o resultado, mais rápido se interrompe a cadeia de transmissão. Os testes rápidos oferecidos pelo SUS, ou os vendidos em farmácias, entregam o resultado em poucos minutos, com precisão e sigilo.

 

Testes rápidos são oferecidos pelo SUS e vendidos em farmácias

 

O Dezembro Vermelho reforça ainda o dever social de combater o preconceito contra pessoas que vivem com HIV. A discriminação viola direitos, afasta indivíduos dos serviços e compromete o tratamento. Além dos avanços no acesso ao diagnóstico e ao tratamento, uma das informações mais transformadoras na luta contra o HIV é a comprovação científica de que pessoas que alcançam carga viral indetectável não transmitem o vírus aos seus parceiros sexuais, mesmo sem o uso de preservativo.

Essa evidência, reconhecida mundialmente por diversas instituições de saúde, foi confirmada por estudos internacionais que acompanharam mais de 5 mil casais sorodiscordantes ao longo de vários anos. O princípio “Indetectável = Intransmissível” (I=I) reforça não apenas a eficácia do tratamento antirretroviral, mas também a importância de combater o estigma, promover o cuidado contínuo e incentivar a testagem regular.

Falar sobre HIV com responsabilidade, evitar estigmas e apoiar quem vive com o vírus são atitudes que fortalecem a comunidade e ajudam a construir uma sociedade mais justa, humana e comprometida com a dignidade de todos.

Brasilcap integra debate nacional sobre equidade racial

“Sociedade feliz é aquela onde há justiça social, sem preconceito racial”.

Talita G. R. Mazelli

Ampliando suas iniciativas desde a adoção do valor “Diversidade”, em 2022, a Brasilcap, referência no setor de capitalização no país, tornou-se, em 2024, signatária do Pacto de Promoção da Equidade Racial, iniciativa voltada a centralizar a temática racial no debate econômico e a incentivar práticas mais justas e inclusivas no setor privado.

O Pacto tem entre seus objetivos estimular a discussão no mundo corporativo por meio de ações afirmativas, projetos e articulações mensuráveis. Atualmente, reúne mais de 85 empresas signatárias, contabiliza mais de 1 milhão de colaboradores sensibilizados e alcança indiretamente 2,5 milhões de pessoas.

A incorporação da pauta racial nas organizações tem se mostrado fundamental para o aprimoramento das práticas de gestão e para a construção de ambientes mais equilibrados. Medidas voltadas à redução de desigualdades estruturais contribuem para ampliar a diversidade interna, fortalecer políticas de responsabilidade social e alinhar as empresas às demandas atuais de inclusão, favorecendo processos mais transparentes e culturas institucionais mais sólidas.

Neste ano, a Brasilcap integrou e promoveu apoio institucional à 4ª Conferência Empresarial ESG Racial, realizada em 24 e 26 de novembro, respectivamente no Rio de Janeiro e em São Paulo Considerado o maior encontro nacional dedicado a impulsionar a inclusão da dimensão racial na agenda ESG das organizações, o evento teve como tema central “Estratégias para a Promoção da Equidade e Sustentabilidade Corporativa”.

A participação da empresa foi representada por Ernandes Macário, Executivo de Comunicação e Sustentabilidade, que recebeu a certificação pelo comprometimento com iniciativas concretas voltadas à justiça racial. Já a Gerente de Comunicação e Sustentabilidade, Roberta Monteiro Andrioli, marcou presença no Painel 4, “Cultura e Comunicação: Narrativas como Vetores de Transformação”.

Ernandes Macário no momento da certificação

 

“Desenvolver iniciativas internas tem sido um compromisso da Brasilcap, com foco em ampliar o debate sobre inclusão racial dentro da companhia e gerar impactos que ultrapassam nossas fronteiras institucionais. Estamos vivenciando resultados concretos, fortalecendo a agenda ESG Racial diariamente, um passo importante para consolidar práticas mais justas e inclusivas.”, destaca Ernandes.

Painel 4 com participação da Brasilcap

 

Entre as ações já implementadas, a empresa ampliou programas de letramento racial e inclusão. Em 2024, realizou a Semana Brasilcap Negra, aprofundando discussões sobre igualdade de oportunidades no mercado de trabalho. Em 2025, a iniciativa foi expandida com palestras como “Representatividade negra, equidade racial e trajetórias inspiradoras no mercado corporativo” e “Como nossas mentes influenciam a diversidade”, além de uma experiência gastronômica com comidas afro-brasileiras.

O fortalecimento da equidade racial no setor privado evidencia uma transformação necessária e contínua. Ao priorizar práticas inclusivas e ampliar espaços de diálogo, empresas colaboram para a construção de ambientes mais diversos e para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa.

COP 30 no Brasil: debate global sobre sustentabilidade

A realização da COP 30 no Brasil, em Belém do Pará, marcou um momento histórico para o país e para o mundo. Pela primeira vez, a Amazônia, bioma essencial para o equilíbrio climático global, ocupou o centro das negociações internacionais sobre preservação, transição verde e desenvolvimento sustentável.

O encontro posicionou o Brasil em destaque ao evidenciar sua responsabilidade na proteção das florestas, na redução de emissões e na formulação de políticas que conciliassem crescimento econômico e conservação ambiental.

Nesse contexto, tornou-se evidente também que a agenda climática não é responsabilidade exclusiva de governos ou organismos multilaterais. Empresas e organizações precisam assumir papel estratégico na transição para uma economia de baixo carbono e na adoção de práticas sustentáveis capazes de gerar impacto real no cotidiano da sociedade.

Medidas como redução de resíduos, uso eficiente de recursos, investimento em energia limpa, revisão de cadeias produtivas e promoção de educação ambiental contribuem para consolidar uma cultura corporativa comprometida com o futuro. Compromissos claros e contínuos tornam essas instituições agentes relevantes na mitigação dos efeitos da crise climática e na construção de um cenário mais resiliente para as próximas gerações.

Na COP 30, o diretor de Finanças e Administração, Denis Morais, que também preside a Fenacap, representou a Federação na Conferência. Ao lado dele esteve Julia Vincent, analista sênior de Comunicação e Sustentabilidade, representando a Brasilcap na Casa do Seguro, espaço que evidenciou o protagonismo do setor de seguros e capitalização nas soluções para o enfrentamento e adaptação à crise climática.

Julia Vincent, analista sênior de Comunicação e Sustentabilidade, representando a Brasilcap

 

Com trajetória consolidada na área, a Brasilcap foi a primeira empresa de capitalização do país a aderir aos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSI). No eixo ambiental, direciona esforços para a preservação dos recursos naturais por meio de iniciativas focadas na gestão de emissões de carbono.

Além disso, o Programa de Meio Ambiente promove, anualmente, ações educativas que incentivam a redução de impactos ambientais, o consumo responsável e o descarte adequado de resíduos. Em 2024, a trilha de educação ASG passou a contar com um módulo dedicado ao tema ambiental, reforçando o compromisso da empresa em engajar seus colaboradores e em 2025, foi realizado um treinamento com uma especialista em estratégia climática para capacitar os colaboradores em relação aos principais impactos da crise climática e como as empresas estão endereçando soluções

Com a realização da COP 30 no Brasil, o país, marcado por sua diversidade biológica e riqueza socioambiental, mostrou ter potencial para liderar modelos de desenvolvimento capazes de se tornar referência global. Essa construção exigiu enxergar a Amazônia como território vivo, estratégico e fundamental, e não apenas como ativo econômico.

Ao reunir governos, iniciativa privada, academia e sociedade civil, o evento abriu espaço para o debate sobre políticas mais eficientes, que promovam justiça climática, ampliem oportunidades para comunidades vulneráveis e impulsionem soluções baseadas em ciência, inovação e participação social.

Novembro Azul mobiliza país pela saúde masculina

A campanha Novembro Azul, criada para reforçar a importância dos cuidados preventivos entre a população masculina, mobiliza instituições, entidades médicas, governos e a sociedade em todas as regiões do país. Realizada anualmente, a iniciativa busca ampliar a conscientização sobre o diagnóstico precoce e o tratamento do câncer de próstata, além de fomentar discussões sobre o bem-estar dos homens.

Inspirado em movimentos internacionais surgidos no início dos anos 2000, o Novembro Azul consolidou-se no Brasil a partir de 2011, impulsionado por campanhas da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Desde então, o mês se tornou referência nacional em mobilização pela saúde masculina, com ações voltadas ao autocuidado e à quebra de tabus relacionados ao tema.

De acordo com estimativas recentes do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil registra cerca de 70 mil novos casos de câncer de próstata por ano no período de 2023 a 2025. Especialistas alertam que a doença pode evoluir de forma silenciosa, o que aumenta a importância do rastreamento regular. Quando identificada em estágio inicial, as chances de cura chegam a 98%, segundo entidades médicas. A diferença entre uma detecção precoce e uma tardia impacta diretamente o sucesso do tratamento e a qualidade de vida dos pacientes.

Além de incentivar a realização de exames e consultas periódicas, especialistas destacam que hábitos simples no cotidiano podem contribuir significativamente para a prevenção. Entre as recomendações estão a prática regular de atividades físicas, a manutenção do peso adequado, a redução do consumo de carnes processadas e o aumento da ingestão de frutas, verduras e alimentos ricos em fibras.

O controle do tabagismo e do consumo excessivo de álcool também é essencial. Dormir bem, gerenciar o estresse e manter check-ups em dia completam as orientações para um cuidado integral com a saúde masculina.

Ao longo de novembro, diferentes setores promovem ações de conscientização em todas as regiões do país. Prédios públicos e monumentos recebem iluminação azul, escolas realizam rodas de conversa, empresas promovem atividades internas e unidades de atendimento ampliam a oferta de serviços. Mutirões de consultas e exames, palestras comunitárias e distribuição de materiais informativos fazem parte da programação, que busca aproximar o tema do cotidiano da população.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece consultas, exames e tratamento oncológico quando necessário, com as Unidades Básicas de Saúde atuando como porta de entrada para avaliação e encaminhamento. A campanha reforça que a informação e o acompanhamento regular são fundamentais para reduzir o impacto da doença no país. A detecção precoce continua sendo o principal aliado na preservação da vida.