Juventude do Futuro: Planejar hoje para realizar amanhã

Planejamento, organização e motivação são fatores essenciais para a prosperidade.

Renan Bride de Oliveira

 

Celebrado anualmente em 12 de agosto, o Dia Internacional da Juventude é uma oportunidade para valorizar o papel dos jovens na sociedade e refletir sobre os caminhos que podem levar a um amanhã mais justo, sustentável e equilibrado. Mais do que uma data comemorativa, este é um momento para reforçar a importância da liderança jovem na própria vida, algo que passa, necessariamente, pela organização e visão de futuro.

Planejar não significa engessar os sonhos, mas criar uma base sólida para que eles se tornem realidade. Esse processo envolve escolhas acadêmicas, definição de objetivos profissionais, desenvolvimento de habilidades e hábitos que fortaleçam a saúde física, mental e emocional. Entre os pilares mais decisivos para garantir segurança e tranquilidade no futuro, a gestão das finanças ocupa lugar central.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil conta com mais de 48 milhões de jovens entre 15 e 29 anos. Muitos, no entanto, ainda não cultivam hábitos como guardar, investir ou controlar gastos de forma consciente. Começar cedo é um diferencial poderoso: reservar uma parte da renda, mesmo que pequena, evitar dívidas desnecessárias e buscar conhecimento sobre investimentos são atitudes que, ao longo do tempo, constroem liberdade de escolha.

O cuidado financeiro não se limita a acumular recursos. É ele que viabiliza estudar no exterior, abrir um negócio, realizar grandes projetos ou enfrentar imprevistos sem comprometer a estabilidade. Ao adotar essa postura, a juventude não apenas pavimenta seu próprio caminho, mas também contribui para uma sociedade mais resiliente e preparada para os desafios coletivos.

Além do aspecto econômico, o protagonismo jovem se expressa na participação ativa em causas sociais, no empreendedorismo e na inovação. Em várias regiões do Brasil, novos líderes têm criado startups, coletivos culturais e projetos comunitários que geram impacto econômico e social. A expansão das fintechs, por exemplo, reflete essa atuação: boa parte das empresas de tecnologia financeira no país foi fundada por empreendedores com menos de 30 anos.

O Dia Internacional da Juventude reforça que cada passo dado no presente influencia diretamente o amanhã. Assim como se espera que os jovens liderem transformações tecnológicas, sociais e ambientais, é essencial que cada um conduza a própria trajetória com visão estratégica.

O futuro não é um horizonte distante. Cabe à juventude decidir se quer chegar lá improvisando ou construindo, com consciência e disciplina, um caminho capaz de sustentar seus maiores sonhos. Planejar hoje é o primeiro passo para realizar amanhã.

Longevidade: Caminhos para uma vida mais saudável

Saber envelhecer é a grande sabedoria da vida.

Henri Amiel

Em um país que caminha para o envelhecimento acelerado da população, falar sobre longevidade se torna cada vez mais urgente. Viver mais não significa apenas acrescentar anos à vida. O verdadeiro desafio é garantir que esses anos sejam vividos com saúde, autonomia e bem-estar.

De acordo com projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2023 a expectativa de vida média para os homens era de 73,1 anos e, para as mulheres, 79,7. Para 2070, a projeção indica 81,7 para os homens e 86,1 para as mulheres. Em 2000, esses números eram de 67,3 para os homens e 75,1 para as mulheres. Mas o que esses dados revelam?

Como visto, a expectativa de vida do brasileiro tem aumentado ao longo das últimas décadas. Dentro desse cenário, tem ficado cada vez mais evidente a necessidade da prevenção como um dos principais pilares para o envelhecimento saudável. Consultas regulares, exames de rotina, vacinação em dia e o controle de fatores de risco, ajudam a evitar doenças crônicas e a manter o corpo funcionando bem por mais tempo.

Além disso, escolhas cotidianas como manter uma alimentação equilibrada, dormir bem e evitar o consumo excessivo de álcool e tabaco fazem grande diferença ao longo dos anos. Outro fator essencial é a prática regular de atividades físicas. O sedentarismo é um dos grandes vilões da saúde pública e está associado a diversas doenças, como obesidade, problemas cardíacos, osteoporose e até depressão.

Prática regular de atividades físicas ajuda na longevidade

A boa notícia é que não é necessário ser atleta para se beneficiar. Uma simples caminhada diária, por exemplo, pode gerar vários benefícios. Entre eles, destacam-se a perda de peso, o controle da pressão arterial, o combate a doenças cardíacas, a redução do risco de diabetes tipo 2, o alívio da depressão e a melhora da memória.

Para além da caminhada, alongamentos, pedaladas, dança ou qualquer outro exercício prazeroso também contribuem para melhorar a circulação, fortalecer os músculos e ossos, reduzir o estresse e promover mais disposição e vitalidade no dia a dia.

Mas a saúde não é feita apenas de corpo e mente. O bem-estar financeiro também tem um impacto direto sobre a qualidade de vida, especialmente na terceira idade. Construir uma reserva de emergência, investir de forma consciente, manter o controle do orçamento e pensar em uma aposentadoria segura são atitudes que trazem estabilidade e liberdade no futuro. Além disso, uma boa saúde financeira reduz o estresse e contribui para a saúde mental, completando o ciclo do cuidado integral.

Longevidade é, portanto, o resultado de um conjunto de decisões cotidianas. É o reflexo de como cuidamos do corpo, da mente e do nosso futuro. Nesta terça-feira, 5 de julho, o Dia Nacional da Saúde surge como um lembrete importante de que nunca é tarde para começar a mudar. Adotar hábitos saudáveis hoje é investir em uma vida mais longa, plena e com qualidade amanhã. Afinal, viver mais é um desejo de todos, mas viver bem é uma conquista construída todos os dias.

Brasilcap: 30 Anos realizando sonhos

É justamente a possibilidade de realizar um sonho que torna a vida interessante.

Paulo Coelho

 

A Brasilcap celebra 30 anos de atuação como referência no mercado de títulos de capitalização no Brasil. Desde 1995, a Companhia tem sido parceira na concretização de objetivos e sonhos de milhares de brasileiros. Ao longo de sua história, já distribuiu mais de R$ 2,5 bilhões em prêmios e contemplou cerca de 700 mil títulos, demonstrando que aplicar com a chance de ganhar pode, sim, transformar realidades.

Mais do que uma forma de guardar dinheiro, os títulos de capitalização da Brasilcap oferecem oportunidades reais. Seja para conquistar a casa própria, abrir um negócio, fazer uma viagem em família ou investir na educação, os produtos da Companhia representam segurança, planejamento e possibilidade de avanço. Com um portfólio diversificado e mais de 3 milhões de clientes ativos, a empresa une tradição, inovação e confiança.

Contribuir para mudanças de vida vai muito além da premiação. A Companhia entende que seu papel na sociedade envolve também o cuidado com o coletivo e com o meio ambiente. Por isso, atua com firmeza na promoção do desenvolvimento sustentável, buscando ampliar seu impacto positivo em todas as regiões onde está presente.

Essa visão se traduz em ações pioneiras. A Brasilcap foi a primeira empresa de capitalização do Brasil a aderir aos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSI), iniciativa global que promove boas práticas ambientais, sociais e de governança. A Companhia também é signatária do Pacto Global da ONU, do Instituto Ethos e do Pacto de Promoção da Equidade Racial, reforçando seu compromisso com a ética, a diversidade e a integridade.

Os compromissos da Companhia também se materializam por meio do apoio e incentivo a projetos sociais, ambientais, esportivos e culturais, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. São espetáculos teatrais, apresentações musicais, atividades esportivas, instituições filantrópicas e diversas outras iniciativas que contribuem para ampliar oportunidades e impulsionar conquistas em todo o país.

Esses resultados só são possíveis porque milhares de pessoas depositam sua confiança na Brasilcap. Colaboradores, clientes, parceiros estratégicos, instituições e a sociedade formam a base dessa trajetória. Além de celebrar o passado, os 30 anos marcam o compromisso renovado de seguir inovando e gerando impacto com solidez, responsabilidade e foco no que realmente importa: transformar vidas por meio de oportunidades concretas.

 

Universitários: Os desafios de uma nova Jornada

“O futuro pertence a quem acredita na beleza de seus próprios sonhos.”

ELEANOR ROOSEVELT, ex-primeira-dama americana.

 

A vida universitária costuma ser idealizada como um período de descobertas, liberdade e desenvolvimento pessoal. Para muitos, representa a realização de um sonho, seja pela conquista da primeira formação profissional ou pela transição para uma nova carreira. Com essa fase, surgem novos caminhos a serem trilhados, metas a alcançar e uma rotina repleta de responsabilidades.

No ambiente acadêmico, as exigências vão além do que se vivencia no ensino médio: a carga de leitura é mais intensa, os conteúdos mais complexos e os prazos, frequentemente desafiadores. Já na vida pessoal, muitos estudantes precisam se adaptar a uma nova realidade, especialmente quando estão longe de casa. Nessas circunstâncias, passam a administrar sozinhos tarefas do dia a dia, como organizar horários, cuidar da alimentação, das finanças e da própria saúde mental.

O ensino superior também é um espaço de transformação. É nesse contexto que os jovens ampliam sua visão de mundo, desenvolvem o pensamento crítico e constroem vínculos significativos. As dificuldades enfrentadas ao longo da jornada contribuem para formar profissionais mais empáticos, conscientes e preparados para lidar com as constantes mudanças da sociedade.

De acordo com o Censo da Educação Superior 2023, o Brasil possui mais de 9,9 milhões de estudantes matriculados. As formas de acesso às instituições públicas têm se diversificado nos últimos anos, com destaque para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que permite disputar vagas em 124 universidades utilizando exclusivamente a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O Brasil possui mais de 9,9 milhões de estudantes universitários matriculados

 

Esse cenário tem levado muitos alunos a mudarem de cidade ou até mesmo de estado em busca de oportunidades educacionais. Nesse percurso, um dos principais entraves é a dificuldade de alugar um imóvel devido às exigências feitas pelas imobiliárias. Como alternativa, ganha força no país o uso do título de capitalização como forma de garantia locatícia.

A Brasilcap, referência no setor de capitalização, oferece o Cap Fiador: uma solução prática que dispensa a necessidade de fiador para formalizar o contrato de aluguel. Além de agilizar a locação, o produto permite ao contratante participar de sorteios em dinheiro e, ao término do vínculo, recuperar 100% do valor investido acrescido da Taxa Referencial (TR), desde que não haja uso da garantia durante a vigência.

Compreender e valorizar os desafios do mundo universitário é essencial. Mais do que obter um diploma, trata-se de atravessar uma etapa intensa de amadurecimento pessoal, intelectual, financeiro e social. Com planejamento, organização e resiliência, é possível superar obstáculos, realizar sonhos e sair fortalecido de uma experiência que pode transformar vidas.

SAIBA MAIS!

O Cap Fiador é um título de capitalização que substitui o fiador em contratos de locação de imóveis residenciais, comerciais e também de equipamentos ou grandes estruturas corporativas, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. A contratação é feita em pagamento único via boleto, com planos de vigência de 12, 15 ou 30 meses, e valores garantidos entre R$ 1.000 e R$ 30.000.

Entre os benefícios, destacam-se a dispensa de análise de crédito, de comprovação de renda e de taxa de adesão. O produto ainda inclui, de forma gratuita, uma cesta de serviços emergenciais, como chaveiro, encanador, eletricista e vidraceiro. Ao final da vigência, caso não haja utilização da garantia, o valor pago é devolvido integralmente, acrescido da Taxa Referencial (TR).

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FÉRIAS X GASTOS EXTRAS: UM EQUILÍBRIO POSSÍVEL

“O hábito de administrar o dinheiro é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem”.
T. Harv Eker, escritor do livro Os Segredos da Mente Milionária

 

As férias de julho chegaram e, com elas, uma oportunidade valiosa de sair da rotina, viajar, explorar novos sabores em restaurantes e aproveitar o melhor do inverno brasileiro. Seja nas cidades de serra, com clima mais ameno, ou nas praias mais tranquilas fora da alta temporada, esse é um período em que muitas pessoas se permitem desacelerar e curtir momentos ao lado da família ou dos amigos.

 

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva, em parceria com a QuestionPro, 53% dos entrevistados afirmaram que pretendem tirar férias em julho, o que representa cerca de 86 milhões de brasileiros. Entre eles, 83% declararam a intenção de viajar durante esse período. O levantamento ouviu 1.500 pessoas entre os dias 17 e 23 de junho de 2025.

 

Mas, com todas essas possibilidades, um fator de alerta que se acende é a questão do aumento de despesas no orçamento. Mesmo quem não vai viajar costuma gastar mais. Pequenas despesas que parecem inofensivas, como almoços fora de casa, lanches frequentes ou uma escapada no fim de semana, podem, somadas, pesar no bolso no mês seguinte. Para quem tem filhos, que passam mais tempo em casa nesse período, a busca por atividades e entretenimento se intensifica ainda mais.

 

Outro fator que pode impulsionar os gastos é o aspecto emocional. Após meses de trabalho intenso ou de limitações no orçamento, é comum que as pessoas sintam vontade de compensar o tempo perdido. O problema é que, sem limites bem definidos, essa compensação pode se transformar em descontrole. E, quando agosto chega, junto com as contas fixas e os boletos acumulados, o sufoco financeiro aparece.

 

Mas o problema, de fato, só surge quando esse tempo de lazer não vem acompanhado de um mínimo de organização financeira. Afinal, mesmo quem não planejou as férias com antecedência pode — e deve — aproveitar o momento, mas com consciência, para evitar que os gastos comprometam o restante do ano.

Educação financeira é o caminho para uma férias sem endividamento

 

Um dos segredos para realizar esses planos ou garantir o tão merecido descanso está no equilíbrio e na educação financeira. E é justamente nesse ponto que a Brasilcap pode ajudar. Completando 30 anos de mercado, a companhia desenvolve títulos de capitalização voltados para diferentes perfis e objetivos, incentivando hábitos de planejamento e organização financeira.

 

Ao escolher o título mais adequado entre as diversas opções, é possível definir metas e alcançá-las com tranquilidade. No caso do Ourocap, por exemplo, o cliente pode optar por aportes mensais em planos de 36, 48 ou 60 meses. Durante esse período, concorre a prêmios de até 25 milhões de reais e, ao final da vigência, recebe de volta 100% do valor investido, com a atualização da Taxa Referencial (TR).

 

Dessa forma, com disciplina, as férias planejadas podem sair do papel, seja pelo valor acumulado com os pagamentos realizados ou, ainda, com um prêmio conquistado ao longo do tempo. Soluções como essa, que combinam educação financeira com oportunidades reais, ampliam as possibilidades de realização do seu merecido descanso.

 

Eu sou o que me cerca. Se eu não preservar o que me cerca, eu não me preservo”.

Jornalista e filósofo, José Ortega y Gasset.

 

Julho começa com um convite global à mudança: reduzir o uso de plásticos e proteger nossas florestas. O mês une duas datas simbólicas: a campanha Julho Sem Plástico e o Dia de Proteção às Florestas, celebrado em 17 de julho, para lembrar que sustentabilidade exige ação coletiva, sistêmica e urgente.

 

Criado em 2011 na Austrália por um pequeno grupo de ambientalistas, o movimento Plastic Free July cresceu e se espalhou por mais de 190 países, propondo um desafio simples e transformador: passar o mês inteiro evitando plásticos descartáveis, como canudos, sacolas, copos e embalagens. Hoje, milhões de pessoas e empresas aderem à proposta, estimulando práticas mais conscientes e pressionando por mudanças estruturais em favor do planeta.

 

Menos plásticos, mais vida.

 

Mas não se trata apenas de trocar o copinho. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) — principal autoridade ambiental global que determina a agenda internacional — destaca que a poluição plástica pode crescer 50% até 2040, atingindo oceanos, ar, solo e até nossos corpos. Para conter esse colapso, especialistas apontam a economia circular como solução urgente: reduzir, reutilizar, repensar.

 

Países como a Coreia do Sul já implementam sistemas de reciclagem com depósito reverso e metas públicas até 2040. No Brasil, o caminho passa por educação ambiental de base, valorização de coletores de materiais recicláveis e políticas públicas que banem os descartáveis não recicláveis, com estímulo à inovação em bioplásticos e embalagens inteligentes.

 

E não dá para falar de planeta limpo sem falar de florestas em pé. O Dia de Proteção às Florestas, em 17 de julho, é um símbolo nacional de resistência e memória. Criado para homenagear o Curupira — o mítico protetor das Matas brasileiras — a data é um lembrete da importância ecológica e cultural das florestas brasileiras. Elas regulam o clima, armazenam carbono, protegem nascentes, abrigam mais de 15% da biodiversidade mundial, sendo sustento direto de comunidades indígenas e ribeirinhas. Destruí-las é assinar nossa própria sentença.

 

Em 2025, o alerta veio cedo. Dados do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) revelam que janeiro registrou um aumento de 68% no desmatamento da Amazônia Legal em relação ao mesmo mês de 2024. Um total de 133 km² devastados, o equivalente a mais de 400 campos de futebol por dia. A degradação florestal, causada por queimadas e extrações ilegais, saltou mais de 2.000%. Mato Grosso, Roraima e Pará concentraram 88% da destruição. Mais grave: 84% das áreas desmatadas estão sob posse privada ou informal, longe da fiscalização e da lei.

 

Proteger as florestas também significa proteger as pessoas que vivem nelas e com elas. Investir em conservação não é custo, é sobrevivência. Políticas públicas eficazes, incentivos à bioeconomia, fortalecimento de cadeias sustentáveis de madeira legal, manejo florestal e turismo de base comunitária são ferramentas reais de transformação. E cada cidadão tem um papel nessa equação: da escolha do produto que consome à cobrança dos gestores públicos.

 

Neste julho, a conexão entre plástico e floresta é clara: o que descartamos volta. O que desmatamos falta. Reduzir o uso de plástico e proteger o verde são partes do mesmo esforço de repensar a relação da sociedade com o meio ambiente. A mudança de cultura precisa ser coletiva — e começa por entender que a sustentabilidade não é uma pauta de nicho: é urgência do agora.

 

É por isso que a Brasilcap, empresa signatária do Pacto Global da ONU, reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável. Como uma das empresas de capitalização mais alinhadas às práticas ASG no país, a Brasilcap tem buscado integrar ações de impacto ambiental positivo às suas estratégias corporativas — apoiando iniciativas de educação ambiental, consumo consciente, conservação de florestas e redução de resíduos.

 

A Brasilcap mantém um compromisso contínuo com a sustentabilidade priorizando a gestão responsável de emissões de carbono. A empresa já publicou quatro inventários de emissões conforme o GHG Protocol e desenvolve, por meio de seu Programa de Meio Ambiente, ações internas voltadas à redução de consumo, descarte correto de resíduos e mitigação de impactos ambientais. Em 2024, incorporou à sua trilha de educação ASG um módulo específico sobre meio ambiente, com temas como poluição, mudanças climáticas e uso sustentável de recursos.

 

Além das ações internas, a Brasilcap o projeto Vamos Ler — Geração Digital, que promove o senso crítico de estudantes em relação à mídia e às questões ambientais. Em parceria com o programa, foram produzidos conteúdos audiovisuais sobre sustentabilidade, consumo consciente e Fake News climáticas, alcançando mais de 10 mil alunos em 132 escolas. As atividades também ocorreram presencialmente, envolvendo comunidades escolares de 14 municípios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EDUCACÃO FINANCEIRA: RECEITA QUE MANTEM A LONGEVIDADE

“O envelhecimento não é juventude perdida, mas um novo estágio de oportunidade e força”.

Betty Friedan (1921-2006), escritora e ativista norte-americana.

 

 

A terceira idade no Brasil avança em ritmo acelerado. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e projeções colaboradas por especialistas, em 2025 o país deve contar com aproximadamente 31,8 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, tornando-se a sexta maior população idosa do mundo. Esse fenômeno evidencia uma transformação demográfica profunda: a fatia dos jovens encolhe enquanto a pirâmide etária inverte, impondo desafios urgentes à saúde pública, à previdência e às políticas de bem-estar.

 

O envelhecimento populacional também se traduz em novas dinâmicas no mercado de trabalho e na renda familiar. A PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) – fonte oficial do IBGE que monitora dados socioeconômicos — confirma uma redução proporcional dos jovens e uma crescente importância da terceira idade na economia doméstica. Ao mesmo tempo, persiste um problema sério: o analfabetismo entre idosos ainda atinge cerca de 14,9%, quase triplicando a média nacional — um fator que limita a autonomia financeira no planejamento e na execução do orçamento pessoal.

 

No campo econômico, o cenário é preocupante. Um levantamento recente da Serasa Experian indica que, entre 2020 e abril de 2025, o número de idosos com nome negativado teve alta de 43,2%, ultrapassando a marca dos 14 milhões de inadimplentes. Adicionalmente, quase metade da população adulta enfrenta restrições de crédito — cerca de 46% — situação agravada entre os mais velhos, que veem muitas vezes suas aposentadorias comprometidas.

 

Envelhecer com saúde não é sorte. É estratégia.

 

O endividamento na terceira idade ganha outro contorno negativo quando se observa o uso crescente de empréstimos consignados. Embora superficiais em taxas, tornam-se armadilhas quando combinados com receitas fixas: a aposentadoria, especialmente diante de juros embutidos e renovação automática de parcelas, gerando um círculo vicioso de superendividamento.

 

Esse cenário repercute diretamente na saúde física, mental e emocional dos idosos. A dívida prolongada é gatilho para estresse crônico, ansiedade e depressão, elevando a pressão arterial e aumentando a vulnerabilidade a doenças cardiovasculares. Psicólogos associam a precariedade financeira a um sentimento crescente de perda de controle sobre a própria vida, condições financeiras e autonomia, prejudicando o bem-estar geral.

 

Num plano legal, há avanços importantes: a Lei 14.181/2021 (Lei do Superendividamento) assegura que maiores de 60 anos possam renegociar dívidas e anular contratos predatórios. Além disso, o Estatuto do Idoso proíbe publicidade abusiva e oferece tutela especial. Ainda assim, muitos desconhecem esses direitos, mantendo-se presos a ciclos de débito por falta de informação.

 

Nesse contexto, a capitalização surge como uma estratégia eficaz para resgatar a disciplina financeira na terceira idade. Ao funcionar como um “cofrinho com bônus”, ela promove economia mensal, incentiva a formação de uma reserva para imprevistos e ainda traz a chance de participar em sorteios — sem risco de mercado. Esse modelo acessível e simples fortalece a construção de ‘músculo financeiro’ para os idosos.

 

Ao longo da jornada de capitalização, o cliente adquire educação financeira estruturada: com metas mensais de aporte, aprende a priorizar gastos, equilibrar orçamento e evitar a armadilha do rotativo. Com a solidez institucional da Brasilcap, que opera com três décadas de tradição, confiabilidade e robustez regulatória, o idoso se apoia na transparência e segurança imprescindíveis em tempos de fragilidade econômica.

 

Para quem está na terceira idade e busca segurança financeira, tranquilidade e ainda a chance de realizar sonhos, o Ourocap e o Doadin se destacam como escolhas inteligentes.

 

O Ourocap funciona como uma reserva disciplinada, sem risco de perdas, com devolução integral do valor guardado, correção e a possibilidade real de ser contemplado nos sorteios. Já o Doadin, além de oferecer os mesmos benefícios de reserva e sorteios, permite ao idoso direcionar parte do valor para uma causa social, unindo planejamento financeiro e propósito.

 

Ambos os produtos da Brasilcap garantem não só estabilidade financeira, mas também bem-estar emocional, senso de segurança e, no caso do Doadin, o sentimento de contribuição social. A disciplina financeira na terceira idade, especialmente com a capitalização, é mais que uma ferramenta: é um escudo de dignidade, bem-estar e autonomia.

 

 

 

 

PAR PERFEITO: COMO INTELIGÊNCIA FINANCEIRA AJUDA NO AMOR

“Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil”.

Clarice Lispector.

 

Hoje é o momento de os casais fugirem da rotina. É a oportunidade para um convite irrecusável para celebrar o encontro com o amor. Não se trata apenas de presentes embrulhados em fitas cintilantes ou jantares à luz de velas, mas da magia de um bilhete inesperado, um café na cama preparado com carinho ou um abraço apertado que diz, sem palavras: “eu te amo”. Que cada gesto, por menor que seja, transforme o seu Dia dos Namorados numa memória afetiva para sempre. Pelo menos enquanto dure, como diria o poeta Vinícius de Moraes.

 

Você já parou para pensar de onde surgiu o Dia dos Namorados no Brasil? Ah, o amor é lindo…, mas também é uma excelente jogada de marketing! A data é celebrada em 12 de junho, justamente porque é na véspera do dia de Santo Antônio, cuja fama é de ser o “santo casamenteiro” da Igreja Católica. Oportunidade ideal para pedir alguém em casamento.

 

Mas nem tudo é romance: o 12 de junho também tem seu lado comercial. Lá em 1948, em meio a vendas mirradas em todos os setores, um publicitário cheio de criatividade — e olho no lucro — teve a brilhante ideia de criar uma data para aquecer o comércio. O slogan? “Não é só com beijos que se prova o amor!” Resultado: sucesso absoluto. A data virou tradição e hoje é impossível escapar das vitrines decoradas e das promoções irresistíveis. Ou seja, o Dia dos Namorados é uma mistura de fé, romance e boas vendas. Afinal, quem disse que amor e negócios não podem andar de mãos dadas?

 

Dizem não haver receita para um amor dar certo. Isso não chega a ser uma verdade, porque tem um desafio importante no relacionamento de todo casal: a comunicação sobre finanças.  Uma pesquisa da plataforma Meu Compromisso revela que 36% dos casais discutem sobre dinheiro pelo menos uma vez por semana, evidenciando a recorrência desse problema. Complementando esse dado, um estudo realizado este ano pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) em parceria com o SPC Brasil aponta que 66% dos casais admitem não conversar sobre dinheiro, e 21% só abordam o tema quando a situação financeira já está desfavorável.

 

Essa ausência de diálogo e o estresse decorrente de problemas financeiros podem ter um impacto devastador na vida a dois, gerando discussões constantes, brigas intensas e, em casos extremos, contribuindo para o divórcio. Priorizar a comunicação aberta e honesta sobre as finanças é crucial para a saúde e a estabilidade de qualquer relacionamento.

 

A disciplina financeira não significa abrir mão do romantismo. Muito pelo contrário: a união se fortalece quando o casal alinha seus planos e reserva parte dos ganhos para objetivos comuns, como a compra de uma casa, viagens ou até mesmo a chegada de filhos. É uma forma de garantir que o amor não seja abalado por dívidas ou imprevistos.

 

A Brasilcap — líder no mercado brasileiro de Capitalização — tem desempenhado um papel fundamental na educação financeira de milhares de famílias brasileiras. Com produtos flexíveis, acessíveis e adaptados a diferentes perfis, a empresa oferece soluções para quem busca equilibrar sonhos e responsabilidade financeira. Dessa forma, o casal pode planejar grandes projetos, sabendo que terá recursos disponíveis no futuro.

 

Um futuro a dois com inteligência financeira.

 

Planejar juntos é também um exercício de respeito e cumplicidade. Quando os dois parceiros participam ativamente das decisões financeiras, aprendem a negociar prioridades, a celebrar conquistas e a lidar com eventuais frustrações de forma mais leve. É uma construção diária que fortalece os laços de confiança.

 

No Dia dos Namorados, vale a pena refletir: o que é mais importante para o seu relacionamento? A resposta pode estar na harmonia entre fidelidade, carinho e planejamento. Afinal, dinheiro não compra amor, mas o equilíbrio financeiro pode evitar que a falta dele destrua sonhos.

 

No fim das contas, o segredo para um “par perfeito” vai muito além de buquês de rosas ou jantares especiais. Porque, nada como discutir o orçamento a dois para evitar DR’s por conta das exaustivas planilhas financeiras. Se o casal consegue equilibrar planilhas e sonhos, é sinal de que o relacionamento está no caminho certo e tem um longo futuro para realizar projetos de vida juntos.

 

 

 

 

 

 

UM ATO DE AMOR: VACINAÇÃO E DOAÇÃO DE SANGUE SALVAM VIDAS

“Somente uma vida vivida para os outros é uma vida que vale a pena”.

Albert Einstein.

 

Junho é o encontro de dois assuntos de extrema importância à saúde pública no Brasil: vacinação e doação de sangue. A Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma das instituições mais engajadas no Dia Nacional da Imunização — cujo tema deste ano é “A Imunização Para Todos é Humanamente Possível” — e o Dia Mundial do Doador de Sangue, que em 2025, o slogan é: “Obrigado Por Salvar Minha Vida”, incentivando a doação voluntária e frequente.

 

O Dia Nacional da Imunização, comemorado nesta segunda-feira, dia 9, foi criado para conscientizar a população sobre a importância das vacinas na prevenção de doenças. A data surgiu para lembrar que a imunização não é apenas uma decisão individual, mas também uma atitude coletiva importante para evitar surtos e epidemias que podem comprometer a sociedade.

 

A vacinação é um marco histórico na medicina desde o século XVIII, quando Edward Jenner desenvolveu a primeira vacina contra a varíola. Desde então, as vacinas evoluíram para combater diversas doenças, salvando milhões de vidas. O Dia Nacional da Imunização é um convite para que todos mantenham a caderneta de vacinação em dia, protegendo a si e protegendo quem está ao seu lado, principalmente no mundo pós-pandemia da Covid-19.

 

A pandemia redefiniu a percepção global sobre a vacinação, consolidando-a como um pilar essencial da saúde pública. Dados do OMS indicam que, até dezembro de 2023, 67% da população mundial completou o esquema vacinal primário contra a COVID-19. Estudos apontam que, entre dezembro de 2020 e dezembro de 2021, as vacinas evitaram aproximadamente 20 milhões de mortes em todo o mundo. Na Região Europeia da OMS, estima-se que mais de 1,4 milhão de vidas foram salvas graças à vacinação, representando uma redução de 57% nas mortes atribuídas à doença.

 

Apesar desses avanços, persistem disparidades significativas: em 2022, apenas 15,2% da população de países de baixa renda havia recebido ao menos uma dose da vacina, contrastando com 79% nos países de alta renda. Esses números evidenciam não apenas a eficácia das vacinas, mas também a necessidade urgente de equidade na distribuição global e o acesso universal à imunização.

 

O Brasil realiza diversas campanhas de vacinação por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para proteger a população contra doenças imunopreveníveis. As principais ações incluem a vacinação contra a Influenza, voltada a grupos prioritários com meta de 90% de cobertura e distribuição de 73,6 milhões de doses em 2025; a vacinação contra a Poliomielite para crianças menores de 5 anos, com meta de 95% e abrangendo cerca de 13 milhões de crianças; a vacinação contra o Sarampo, que abrange crianças de 6 meses a menores de 5 anos, adolescentes e adultos; a Campanha de Multivacinação para atualizar a caderneta de menores de 15 anos; e a vacinação contra a Covid-19, com doses de reforço bivalentes para grupos de risco.

 

Já o Movimento Junho Vermelho revisita outra urgência: a doação de sangue. Criado em 2015 pelo Movimento Eu Dou Sangue, o movimento tem a proposta de ampliar o engajamento da sociedade para manter os estoques de sangue em níveis seguros e permanentes, sobretudo, durante o inverno, quando as doações costumam cair.

 

A escolha do mês de junho para esta campanha foi estratégica: em 14 de junho celebra-se o Dia Mundial do Doador de Sangue, data instituída pela OMS para homenagear os doadores espontâneos e conquistar novas adesões. No Brasil, a campanha ganhou força ao mobilizar governos, ONGs, hospitais e a iniciativa privada para promover ações de incentivo à doação em todo o território nacional.

 

Doar sangue é um ato de solidariedade que salva-vidas. O sangue doado é utilizado em cirurgias, tratamentos oncológicos, atendimentos de emergência e em pacientes com doenças crônicas que necessitam de transfusões regulares. Cada bolsa de sangue pode beneficiar até quatro pessoas.

 

Além de incentivar a solidariedade, a campanha combate as desinformações e reforça que doar sangue é um procedimento seguro. As ações de conscientização explicam onde doar, quem pode doar e desmistificam receios, tornando o processo mais humanizado. É imprescindível lembrar que nem todas as pessoas estão aptas a doar sangue. Segundo o Ministério da Saúde, podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos, apenas com autorização dos responsáveis), que pesem no mínimo 50 kg, estejam bem alimentadas e tenham dormido pelo menos seis horas antes da doação. É necessário portar documento de identificação com foto. Para idosos entre 60 e 69 anos, a doação só é permitida se já tiverem doado antes dos 60 anos.

 

Neste mês, o Dia Nacional da Imunização e o Junho Vermelho unem forças para mostrar que a prevenção e o cuidado coletivo salvam vidas. Vacinar-se e doar sangue são gestos que traduzem responsabilidade social e compromisso com a saúde pública, reafirmando que quando a sociedade se mobiliza, ela se protege mutuamente. Junte-se a essa corrente de solidariedade: vacine-se, doe sangue e faça parte da transformação que salva-vidas!

 

 

 

 

 

 

JUNHO VERDE 2025: HORA DE VIRAR O JOGO PELO NOSSO PLANETA

“No começo, pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a Floresta Amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade.”

Chico Mendes, o maior ambientalista do Brasil.

 

O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado todo 5 de junho, é considerado uma das mais relevantes plataformas globais de conscientização sobre as questões ambientais. Criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972, o dia mobiliza governos, empresas, organizações da sociedade civil e cidadãos para refletirem e agirem em relação às urgências ambientais que desafiam o planeta. Em 2025, o tema definido é “O Fim da Poluição Plástica Global”, evidenciando um dos maiores problemas atuais: a crise do plástico, que impacta ecossistemas, a saúde das pessoas e a economia global.

 

Já no dia 8 de junho marca o Dia Mundial dos Oceanos, que, aliás, cobrem 70% da terra, gerando metade do oxigênio que respiramos e absorvem 30% do dióxido de carbono da atmosfera. O tema de 2025 é “Maravilha: Sustentando o que nos Sustenta”, reforça a urgência de proteger esse ecossistema vital para a sobrevivência do planeta.

 

A Campanha Junho Verde 2025 amplia o debate ambiental. Em pauta, temas como mudanças climáticas, conservação da biodiversidade e uso responsável dos recursos naturais. Segundo a OMM (Organização Meteorológica Mundial), em janeiro de 2025, o planeta registrou o mês mais quente da história, com a temperatura média global atingindo 13,23 °C, ou seja, 1,75 °C acima dos níveis pré-industriais, mesmo sob influência do fenômeno La Niña, que geralmente tende a resfriar o clima global.

 

Paralelamente, o desmatamento na Amazônia Legal disparou 68% em relação ao mesmo período de 2024, totalizando 133 km² de floresta destruída — o equivalente a mais de 400 campos de futebol devastados por dia. Esse cenário alarmante evidencia a crescente pressão sobre os ecossistemas e a urgência de ações efetivas para conter a degradação ambiental.

 

No Brasil, essa realidade é ainda mais grave. O desmatamento na Floresta Amazônica e a poluição dos mares mobilizam governos, empresas e o Terceiro Setor na luta contra os ataques ambientais no país. Uma das preocupações é o plástico. Desde que se popularizou nas décadas de 1950 e 1960, ele transformou a indústria, a logística, a medicina e o dia a dia da população. Contudo, seu uso excessivo e sua alta durabilidade desencadearam uma crise ambiental sem precedentes.

 

Segundo o relatório “Fragmentos da Destruição”, elaborado pela ONG Oceana, o Brasil descarta cerca de 1,3 milhão de toneladas de resíduos plásticos nos oceanos a cada ano, ocupando o posto de oitavo maior poluidor plástico do mundo e o primeiro na América Latina.

 

Neste cenário atual, onde a sustentabilidade se tornou imperativa, a Companhia Brasilcap reafirma seu compromisso com práticas responsáveis e alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Desde 2022, a empresa é signatária do Pacto Global da ONU. Em 2015, mostrou sua liderança em sustentabilidade ao tornar-se a primeira do setor de capitalização a adotar os Princípios para o Seguro Sustentável (PSI), iniciativa da ONU que define padrões ambientais, sociais e de governança (ASG) para o setor.

 

Em 2024, a Brasilcap reforçou seu compromisso com a sustentabilidade ambiental ao publicar seu quarto inventário de emissões de carbono, com base na metodologia GHG Protocol, e ao manter o Guia Verde de Compras Sustentáveis para orientar fornecedores de bens e serviços em critérios ASG.

 

A empresa ampliou sua trilha de educação em sustentabilidade, incluindo um módulo dedicado ao meio ambiente, abordando temas como prevenção à poluição, mitigação das mudanças climáticas e uso sustentável dos recursos naturais.

 

Como parte de suas ações de conscientização socioambiental, a Brasilcap apoiou o projeto Vamos Ler — Geração Digital, realizado em Ponta Grossa–PR, que atingiu 10 mil alunos de 132 escolas públicas e 5 privadas. A iniciativa produziu quatro vídeos sobre temas de sustentabilidade, abordando desigualdade social, Fake News climáticas e descarte correto de resíduos, além de realizar atividades presenciais em 14 municípios, impactando 314 turmas.

 

Em um momento em que as questões ambientais ganham cada vez mais relevância, a Brasilcap demonstra que é possível conciliar desempenho econômico com responsabilidade socioambiental. Mas, é preciso haver uma coparticipação de todos e que o engajamento seja proativo.

 

O que você pode fazer agora?

 

  • Reduza o uso de plástico: opte por produtos reutilizáveis ​​e recuse itens gratuitos.

 

  • Consuma conscientemente: prefira alimentos de origem sustentável e menos processados.

 

  • Participe de ações locais: limpezas de praias, mutirões de plantio e campanhas educativas.

 

Juntos, podemos virar o jogo! O planeta não aguenta mais esperar, mas ainda há tempo de virar a maré. Cada passo conta. Este Junho Verde é a nossa chance de transformar dados alarmantes em soluções reais. Vamos, unidos, escrever um novo capítulo de esperança para o futuro. O planeta é nossa casa, os oceanos são o coração que nos sustenta. Sejamos a mudança de que o mundo tanto precisa — e que ele merece!