MultiCap chega ao mercado com foco no setor de franquias

Pensado para atender às necessidades do setor de franquias no Brasil, que reúne cerca de 3.300 redes e mais de 197 mil unidades franqueadas, o MultiCap, da Brasilcap, chega ao mercado como um produto de capitalização na modalidade Garantia.

O produto foi estruturado para atender contratos de royalties e resulta de uma parceria estratégica com a corretora Protege, que atua há 34 anos no setor de seguros e mantém colaboração com a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

A solução atende acordos firmados entre franqueadores e franqueados, que frequentemente exigem garantias financeiras equivalentes a até seis meses de royalties. Com esse modelo, o MultiCap inaugura um modelo de negócio com foco no crescimento do mercado de franchising, cuja expectativa de expansão varia entre 8% e 10%.

Um dos diferenciais do produto é a ausência de período de carência para utilização. Os direitos passam a valer a partir da data de aquisição, com operação realizada por meio do portal B2Cap. A comercialização e o atendimento aos clientes ficam sob responsabilidade da corretora Protege, garantindo agilidade no processo de contratação.

Com vigência de 30 ou 60 meses, o MultiCap é comercializado inicialmente em fase piloto.

 

Principais vantagens do MultiCap

Para o franqueado, o MultiCap oferece contratação simples e rápida, além da possibilidade de resgatar, ao fim do contrato, o valor investido corrigido pela Taxa Referencial (TR). Para o franqueador, o produto se destaca pela rapidez na efetivação da garantia financeira e pela confiabilidade de uma solução desenvolvida pela Brasilcap, empresa com atuação consolidada no segmento de capitalização no país.

Expansão estratégica e histórico sólido

O lançamento do MultiCap reforça a estratégia da Brasilcap de ampliar sua atuação com soluções baseadas em capitalização, alinhadas às necessidades reais de diferentes setores da economia. A iniciativa também evidencia o movimento da companhia em diversificar seu portfólio e fortalecer parcerias estratégicas, ampliando oportunidades de negócios.

Com 30 anos de atuação no mercado, a Brasilcap, controlada pela BB Seguros, acumula uma trajetória marcada pela distribuição de mais de 2,5 bilhões de reais em prêmios, contemplando cerca de 700 mil títulos de capitalização. Atualmente, figura entre as principais empresas do setor no país, com uma base superior a 3 milhões de clientes.

Ourocap Torcida é lançado com prêmios de até R$ 1 milhão

A Brasilcap, empresa da BB Seguros, acaba de lançar o Ourocap Torcida, título de capitalização temático e comemorativo criado em alusão ao Mundial de 2026. Inspirado no desempenho do Ourocap 30 Anos, o produto conecta a experiência da capitalização ao espírito da torcida brasileira, alinhando o portfólio da companhia a grandes mobilizações nacionais.

Na modalidade Pagamento Único (PU), o Ourocap Torcida é comercializado por R$ 3 mil e foi estruturado para oferecer premiações instantâneas e sorteios ao longo de toda a vigência, além de um sorteio especial com prêmios de até R$ 1 milhão, marcado para o dia 18 de julho, na véspera da final do Mundial.

Ao todo, o título irá distribuir mais de 1.600 prêmios, sendo 6 que podem chegar a R$ 1 milhão, 1,5 mil prêmios instantâneos, com valores que variam do valor do título até R$ 100 mil, além de sorteios semanais e do grande prêmio final. A dinâmica foi pensada para manter o engajamento dos clientes durante todo o período, acompanhando o clima de expectativa que antecede a decisão do torneio.

Título, já em comercialização, oferece mais de 1.600 prêmios

 

O Ourocap Torcida estará disponível para contratação pelo App BB, nas agências do Banco do Brasil e nos canais de comercialização autorizados, garantindo ampla distribuição e acesso em todo o país.

Com o lançamento, a Brasilcap reforça seu posicionamento no desenvolvimento de soluções que combinam inovação, entretenimento e solidez, alinhadas às novas formas de consumo e às grandes paixões do público brasileiro.

Brasilcap

Com 30 anos de atuação no mercado, a Brasilcap já distribuiu mais de R$ 2,5 bilhões em prêmios, contemplando cerca de 700 mil títulos de capitalização. Atualmente, a empresa conta com uma base superior a 3 milhões de clientes e um portfólio diversificado, desenvolvido para atender diferentes perfis de consumidores.

Planejar não é prever: é se preparar para o futuro

“Planejamento, organização e motivação são fatores essenciais para a prosperidade”.

Renan Bride de Oliveira

Planejar não é prever, é se preparar. A ideia resume uma postura cada vez mais necessária em um cenário marcado por incertezas, mudanças rápidas e decisões que exigem maior consciência. Diferente da tentativa de adivinhar o futuro, o planejamento parte da realidade atual para organizar caminhos possíveis, reduzir riscos e ampliar as chances de bons resultados, tanto na vida pessoal quanto na organização das finanças.

O planejamento de vida começa com clareza. Identificar prioridades, valores e metas, sejam pessoais, profissionais ou familiares, ajuda a dar direção às escolhas do dia a dia. Quando os objetivos são colocados no papel, tornam-se mais tangíveis, fáceis de acompanhar e mais próximos de serem alcançados. Dividir grandes metas em etapas menores contribui para manter o foco e evita frustrações ao longo do percurso.

Estabelecer prazos viáveis e revisar o planejamento periodicamente também é fundamental, já que ajustes fazem parte do processo. A capacidade de adaptação fortalece o plano e permite lidar melhor com imprevistos, sem perder o rumo ou comprometer os objetivos definidos.

Estabelecer metas é importante para saber quanto poupar

 

No aspecto financeiro, o planejamento funciona como uma ferramenta de organização e tomada de decisão. O ponto de partida é conhecer a própria realidade, mapeando receitas e despesas mensais com atenção. Esse diagnóstico permite identificar excessos, corrigir hábitos e redefinir prioridades de forma mais consciente. A partir daí, torna-se mais viável estabelecer quanto pode ser destinado à poupança ou a outras estratégias de acumulação de recursos.

Criar um orçamento mensal e acompanhá-lo com regularidade ajuda a manter o controle e evita decisões impulsivas. Metas financeiras bem definidas, como quitar dívidas, formar uma reserva de emergência ou viabilizar um projeto em 2026 ou nos próximos anos, tornam o planejamento mais objetivo e eficiente, além de facilitar o acompanhamento dos resultados ao longo do tempo.

Para muitas pessoas, especialmente aquelas que encontram dificuldade em manter disciplina financeira, poupar ainda é um desafio. Nesse contexto, ferramentas que incentivam o hábito de guardar dinheiro podem ser grandes aliadas. A contratação de um título de capitalização, por exemplo, é uma alternativa para quem precisa transformar a intenção em compromisso. Com aportes programados, a modalidade estimula a regularidade e reduz a chance de usar o recurso antes do prazo.

Título de capitalização pode ajudar no hábito de guardar dinheiro

 

Entre os produtos consolidados do mercado está o Ourocap, com opções de pagamento único, mensal ou periódicos e planos entre 24, 36, 48 e 60 meses, adequando-se a diferentes perfis e objetivos. Durante a vigência, o cliente participa de sorteios e, ao final do prazo, tem direito ao resgate total do valor pago, corrigido pela Taxa Referencial.

Planejar, portanto, não é ter controle absoluto sobre o futuro, mas estar preparado para ele. Ao alinhar planejamento de vida e organização financeira, é possível viver com mais segurança, clareza e confiança, sabendo que bons resultados são construídos a partir de escolhas conscientes e preparação contínua.

 

Ano novo: recomeços, organização e novos planos

 

⁠”Ciclos são feitos de processos e a cada novo ciclo um novo processo é determinado para sermos aperfeiçoados”.

Michelli Ruiz

A virada do ano vai além da mudança no calendário. Para muitas pessoas, esse período funciona como um marco simbólico que incentiva reflexões sobre o tempo, as escolhas feitas e as possibilidades que se abrem com um novo ciclo. O início do ano costuma ser associado à ideia de recomeço, reorganização da vida e definição de novos planos, tanto no campo pessoal quanto profissional.

Depois de meses marcados por desafios e aprendizados, o novo ciclo convida à revisão de prioridades. Questões ligadas à saúde, ao trabalho, às finanças e ao bem-estar emocional ganham destaque nesse processo. A organização da rotina e o estabelecimento de metas possíveis passam a ser vistos como instrumentos importantes para transformar expectativas em ações concretas ao longo do ano.

Organizar a vida, no entanto, não se resume a agendas ou listas de tarefas. O processo envolve a revisão de hábitos, a redefinição de objetivos e a adoção de estratégias mais eficientes para administrar o tempo e os recursos disponíveis. Nesse contexto, muitas pessoas aproveitam o início do ano para reavaliar o orçamento, reduzir gastos e planejar investimentos, buscando maior previsibilidade e segurança financeira.

Ao estabelecer metas de curto, médio e longo prazo, torna-se mais fácil identificar caminhos e estruturar etapas para alcançar objetivos. Mudanças de carreira, início de cursos, abertura de negócios ou a realização de uma viagem são exemplos de planos que ganham mais viabilidade quando sustentados por organização e constância.

Planejamento é o caminho para um ano mais equilibrado 

 

No campo financeiro, produtos como os títulos de capitalização, a exemplo do Ourocap, surgem como uma alternativa para quem busca aliar disciplina à formação de recursos ao longo do tempo. Com contribuições únicas, periódicas ou mensais, esses produtos permitem acumular valores e a participação em sorteios, de acordo com as condições previstas em contrato, funcionando como um estímulo adicional ao hábito de planejar.

Além dessas questões, o novo ano também impacta as relações sociais e familiares. Muitas pessoas aproveitam o período para fortalecer vínculos, retomar diálogos e reorganizar a dinâmica doméstica. Famílias revisam rotinas e responsabilidades, enquanto comunidades refletem sobre solidariedade, cooperação e apoio mútuo diante dos desafios sociais.

No plano individual, o caminho se passa por incentivar mudanças de comportamento e a busca por equilíbrio emocional. Conciliar trabalho, vida familiar e tempo pessoal tornou-se uma preocupação recorrente, reforçando a compreensão de que os recomeços são construídos a partir das relações e do contexto social em que cada pessoa está inserida.

Dessa forma, o novo ano se apresenta como um espaço de possibilidades. Mais do que promessas, ele oferece a chance de estruturar uma vida mais organizada e alinhada aos próprios objetivos, transformando planos em ações concretas ao longo do tempo.

Direitos Humanos garantem liberdade, igualdade e justiça

“Os direitos humanos são a ponte entre a consciência e o dever de cuidar do outro”.

Fernando Zaddock

Em um mundo marcado por transformações aceleradas e desafios sociais persistentes, a defesa da liberdade, da igualdade e da justiça continua sendo um eixo essencial para a convivência democrática. Esses valores, hoje presentes no debate público e nas políticas de Estado, ganharam força a partir de um compromisso global firmado há 77 anos, quando a comunidade internacional aprovou um dos documentos mais influentes da história: a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Proclamada em 10 de dezembro de 1948, logo após as atrocidades da Segunda Guerra Mundial, a declaração representou um pacto internacional para impedir que violações tão profundas voltassem a se repetir. Ao afirmar que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, ela inaugurou uma nova compreensão sobre cidadania e respeito às diferenças, estabelecendo parâmetros universais de proteção para todas as pessoas.

Entre os principais avanços proporcionados pelo documento está a consolidação da ideia de que direitos humanos são inerentes à condição humana. A partir dele, garantias como educação, saúde, liberdade de expressão, participação política, segurança e igualdade perante a lei passaram a ser tratadas como essenciais ao desenvolvimento de indivíduos e sociedades. A declaração também inspirou constituições democráticas, impulsionou políticas públicas e deu origem a tratados internacionais voltados ao combate ao racismo, à discriminação de gênero, à violência e à tortura.

Outro impacto significativo foi o fortalecimento de mecanismos de monitoramento e denúncia de violações. Organizações civis, ativistas e cidadãos passaram a contar com instrumentos internacionais capazes de responsabilizar Estados e dar visibilidade a práticas autoritárias. Esse avanço tornou possível enfrentar abusos, ampliar a transparência e proteger populações historicamente vulnerabilizadas.

Hoje, a Declaração Universal permanece atual e necessária. Em um cenário global marcado por conflitos, desigualdade, migrações forçadas, discursos de ódio e desafios no ambiente digital, seus princípios continuam funcionando como referência ética e política. Movimentos que defendem diversidade, inclusão e combate às desigualdades encontram no documento uma base sólida para sustentar suas pautas.

Celebrar o Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos não é apenas lembrar um marco histórico. É reafirmar que a dignidade humana precisa estar no centro de qualquer projeto de sociedade. Defender direitos humanos significa proteger todas as pessoas, sem exceção, garantindo que liberdade, igualdade e justiça não sejam apenas ideais, mas realidades concretas.

Em situações de violação no Brasil, a população pode recorrer ao Disque 100, à Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, ao aplicativo Direitos Humanos BR, aos Conselhos Tutelares e às Defensorias Públicas, além de acionar o 190 em casos de emergência. Esses canais existem para assegurar que nenhuma violação permaneça invisível e para garantir que toda pessoa tenha acesso à proteção e à justiça.

Dia do Professor: o papel no desenvolvimento social

 

“O educador se eterniza em cada ser que educa”.

Paulo Freire

 

O professor tem um papel essencial no desenvolvimento social. Mais do que transmitir conhecimento, ele contribui para formar pessoas capazes de pensar, criar e participar ativamente da comunidade em que vivem. Cada aula é uma oportunidade de inspirar novos olhares, despertar a curiosidade e estimular o respeito às diferenças. O verdadeiro impacto da educação está em transformar o aprendizado em vivência, fortalecendo valores que ultrapassam os limites da escola e influenciam toda a sociedade.

Celebrado em 15 de outubro, o Dia do Professor é um momento para reconhecer quem faz da educação um instrumento de transformação. Por meio do trabalho docente, o conhecimento se torna acessível, talentos são descobertos e o potencial humano se amplia. Nenhum avanço, seja econômico, científico ou cultural, acontece sem a dedicação de quem ensina. O educador é o alicerce de uma sociedade que busca progresso com justiça e igualdade, abrindo caminhos para o desenvolvimento de gerações mais conscientes e solidárias.

O alcance de sua atuação vai muito além da sala de aula. O professor contribui para formar cidadãos críticos, empáticos e preparados para enfrentar os desafios da vida em sociedade. Ao ensinar valores como empatia, cooperação e diálogo, ajuda a construir vínculos, fortalecer a convivência coletiva e promover o respeito às diferenças. O aprendizado promovido pelo educador não se limita aos livros, mas se reflete nas atitudes, nas relações e nas escolhas de cada estudante ao longo da vida.

Num mundo em constante mudança, o papel do educador também se renova. As novas tecnologias ampliam as formas de ensinar e aprender, mas o essencial continua sendo o contato humano. Cabe ao professor orientar, motivar e mostrar como usar a informação de forma crítica e responsável. Ele ajuda os alunos a compreender o mundo, lidar com as transformações e agir de maneira ética, solidária e participativa.

Reconhecer o educador também é reconhecer sua trajetória, suas conquistas e desafios. Por trás de cada aula há preparo, dedicação e sensibilidade. A escuta atenta, o incentivo e o acolhimento são gestos que fazem diferença na formação de cada aluno e deixam marcas duradouras no aprendizado e na vida.

Valorizar o professor é valorizar o futuro. Isso significa garantir boas condições de trabalho, investir em formação continuada e reconhecer a importância de sua contribuição para o crescimento do país. Ensinar é mais do que uma profissão. É um compromisso diário com o desenvolvimento humano e coletivo.

Planejamento financeiro para conquistar a viagem dos sonhos

“Viajar é mudar a roupa da alma”.

Mário Quintana

 

Viajar é um desejo que atravessa gerações e culturas, mas transformar esse sonho em realidade exige mais do que vontade. Para que a experiência não comprometa o orçamento pessoal, o planejamento financeiro torna-se peça-chave, funcionando como o grande aliado na conquista da tão esperada viagem sem desequilibrar as contas.

O ponto de partida é estabelecer um objetivo claro. Não basta dizer que deseja viajar; é necessário definir o destino, levantar informações detalhadas sobre custos e calcular o valor médio necessário para custear toda a experiência. Esse cálculo deve incluir passagens, hospedagem, alimentação, transporte local, passeios e até mesmo extras, como seguros e ingressos. Quando se tem em mente um número realista, o processo de guardar ganha concretude e se transforma em uma meta tangível a ser perseguida mês a mês.

A criação de um fundo exclusivo para a viagem é outro recurso que ajuda na disciplina financeira. Ao separar o valor destinado a esse objetivo, evita-se que ele se confunda com os gastos do cotidiano. Tratar esse aporte como uma obrigação fixa, semelhante a uma conta mensal, fortalece a consistência do planejamento e garante que os recursos se acumulem de maneira organizada ao longo do tempo.

Pequenas economias podem ajudar na realização da viagem dos sonhos

 

Revisar hábitos de consumo também pode fazer toda a diferença. Pequenas economias no dia a dia, como reduzir despesas com lazer imediato, cancelar serviços pouco utilizados ou controlar compras por impulso, somadas durante alguns meses, resultam em valores expressivos. Mais do que abrir mão de prazeres, essa mudança significa redirecionar recursos de consumos momentâneos para uma experiência mais significativa e duradoura.

Para quem ainda tem dificuldade em manter disciplina, os títulos de capitalização podem ser uma alternativa. Além de garantir uma reserva ao final do período contratado, com atualização monetária, eles possibilitam a participação em sorteios que podem representar um reforço financeiro extra e, eventualmente, contribuir para custear parte da viagem.

Outro fator importante é estar atento às oportunidades. Promoções relâmpago de passagens aéreas, programas de pontos em cartões de crédito e pacotes oferecidos por agências podem reduzir significativamente os custos. Planejar-se com antecedência amplia a flexibilidade de datas, aumenta as opções de hospedagem e, consequentemente, ajuda a diminuir o valor total da viagem.

O resultado desse processo vai além da simples realização de um sonho. Organizar-se financeiramente proporciona liberdade para viver cada momento da viagem sem preocupações, aproveitando ao máximo a experiência e retornando sem dívidas acumuladas. O chamado “efeito viagem” traduz não apenas a conquista de um destino, mas também a prova de que disciplina e consciência são capazes de transformar metas em conquistas reais.

Amazônia e Árvores do Brasil: ASG e futuro sustentável

“Preservar a natureza é a chave para manter o equilíbrio ambiental”.

Rafael Nolêto

A Amazônia, considerada o “pulmão do mundo”, segue no centro das atenções quando o tema é sustentabilidade e preservação ambiental. Com uma das maiores biodiversidades do planeta, a floresta representa não apenas um patrimônio natural do Brasil, mas também um regulador climático essencial para o equilíbrio global.

Dentro dessa diversidade, a região abriga milhares de espécies de árvores e plantas, muitas exclusivas do território brasileiro. Mais do que um acervo natural, essas árvores desempenham funções vitais: fornecem oxigênio, regulam o ciclo das chuvas, protegem os solos, abrigam inúmeras espécies e são peças-chave na absorção do carbono, um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global.

Nos últimos anos, a pauta ambiental deixou de ser apenas discurso e passou a integrar a agenda estratégica de governos, empresas e investidores. O conceito ASG (Ambiental, Social e Governança) tornou-se referência para medir impacto e responsabilidade das organizações. Nesse cenário, a Amazônia assume protagonismo por ser um ativo natural de valor inestimável e, ao mesmo tempo, um desafio sobre como conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

A Amazônia é fundamental na luta contra o aquecimento global, funcionando como um dos maiores sumidouros de carbono do mundo

 

O compromisso ASG no Brasil se reflete em políticas empresariais alinhadas a metas ambientais globais. Setores como energia, agronegócio e mineração, historicamente pressionados por seus impactos, têm sido cobrados a investir em práticas de baixo carbono, recuperação de áreas degradadas e compensação ambiental. Esse movimento não apenas fortalece a imagem corporativa, mas também atende às exigências crescentes de consumidores e investidores que priorizam responsabilidade socioambiental.

A Brasilcap, empresa referência em capitalização no país, também integra cada vez mais a estratégia de negócios aos aspectos ambientais, sociais e de governança. Na frente ambiental, o foco é a preservação da natureza e dos recursos naturais, por meio de ações ligadas à gestão de emissões de carbono. A companhia publicou o seu quinto inventário de emissões com base na metodologia GHG Protocol.

Todos os anos, o Programa de Meio Ambiente implementa ações de conscientização sobre mitigação de impactos ambientais negativos, crise climática, redução de consumo, descarte correto de materiais, etc. Dentro de sua trilha de educação ASG, a empresa incluiu, em 2024, um módulo específico sobre meio ambiente. Os conteúdos abordam prevenção à poluição, mitigação e adaptação às mudanças climáticas, uso de recursos sustentáveis, entre outros temas fundamentais.

Estendendo o debate para sua cadeia de valor, manteve seu Guia Verde de Compras Sustentáveis, que compila orientações e critérios ASG para orientar os processos de contratação de fornecedores de bens e serviços.

O futuro sustentável da Amazônia depende de um pacto coletivo. Mais do que preservar árvores, é necessário compreender a floresta como um sistema vivo e interdependente, que conecta clima, economia e qualidade de vida. O equilíbrio climático, a qualidade do ar, a disponibilidade de água e a manutenção da biodiversidade estão diretamente ligados ao cuidado com as florestas.

Assumir o compromisso com práticas ambientais sustentáveis e com a agenda ASG é, portanto, investir em um futuro que garanta qualidade de vida para as próximas gerações.

 

Capitalização no Brasil: 96 anos de tradição

Independentemente de ganhar muito ou pouco, para chegar ao sucesso financeiro é preciso saber gerenciar corretamente seu dinheiro.

Samuel Magalhães

Originária da França, a capitalização registrou sua primeira venda no Brasil em 4 de setembro de 1929, segundo registros históricos. A modalidade nasceu com o objetivo de unir duas práticas importantes: a formação de uma reserva programada e a participação em sorteios, oferecendo ao cliente a possibilidade de planejar o futuro e, ao mesmo tempo, concorrer a prêmios. Ao longo das décadas, esse formato foi se consolidando e ganhando espaço entre diferentes perfis de consumidores, tornando-se parte da história financeira do país.

Mais do que um simples produto, a capitalização foi concebida como instrumento de educação financeira. Ao exigir depósitos regulares, incentiva o hábito de guardar e estimula o planejamento de médio e longo prazo, já que o resgate, em geral, ocorre ao término do contrato. Esse mecanismo ajuda o consumidor a manter disciplina, controlar gastos e evitar decisões por impulso, algo ainda desafiador em um cenário onde muitos brasileiros têm dificuldade em reservar parte da renda para o futuro.

Na prática, os títulos de capitalização podem apoiar a realização de diferentes projetos pessoais. Seja para viajar, trocar de carro, investir em estudos ou até enfrentar imprevistos, funcionam como um recurso de organização financeira. Além disso, oferecem a chance de premiação em sorteios, agregando um aspecto motivador ao hábito de poupar. Outro diferencial está na previsibilidade: o consumidor sabe exatamente quanto irá investir e qual será o valor acumulado ao final do contrato, com correções previstas em regulamento.

Atualmente, o mercado brasileiro conta com seis modalidades de capitalização. A Tradicional permite o resgate parcial ou integral ao fim do prazo; a Compra Programada, vinculada a bens ou serviços, possibilita planejar aquisições futuras; a Popular, de menor custo, tem foco nos sorteios; a de Incentivo, usada em campanhas promocionais e programas de fidelização; a Filantropia Premiável, que destina parte dos recursos a instituições sociais; e a de Instrumento de Garantia funciona como caução em contratos de aluguel e outras operações, substituindo práticas tradicionais como o fiador.

Entre as empresas que se destacam no setor está a Brasilcap, companhia de capitalização da BB Seguros. Com três décadas de atuação, consolidou-se como uma das líderes do mercado nacional. Seu portfólio contempla produtos como o Ourocap, seu carro-chefe, o Cap Fiador, que substitui o fiador em contratos de locação, e o Doadin, que destina valores a instituições parceiras, ampliando o alcance social da capitalização.

Com quase um século de presença no país, a capitalização mantém-se como uma alternativa sólida para quem busca disciplina financeira, organização das finanças pessoais e oportunidades de premiação. Ao estimular o hábito de poupar e movimentar recursos no mercado, contribui não apenas para a realização de sonhos individuais, mas também para o fortalecimento do setor financeiro e o crescimento da economia nacional.

Orçamento pessoal: você controla ou ele controla você?

 Aprender a controlar seu orçamento é o modo mais prático de cortar gastos e começar a investir!

Douglas Gonçalves.

 

A maioria dos brasileiros já sentiu, em algum momento, que o dinheiro “some” antes do fim do mês. Essa sensação tem explicação: sem planejamento, os gastos cotidianos passam despercebidos e, quando nos damos conta, o orçamento já está no vermelho. O problema, muitas vezes, não está apenas na renda limitada, mas também na ausência de hábitos financeiros saudáveis, como anotar despesas, definir limites de consumo e estabelecer metas realistas.

Entre os principais desafios enfrentados pela população estão o uso excessivo do cartão de crédito, a falta de reserva de emergência e a dificuldade em diferenciar desejo de necessidade. O cartão, por exemplo, é um aliado quando usado de forma planejada, mas se torna um inimigo quando as compras parceladas comprometem o salário de meses futuros. Ao invés de funcionar como ferramenta de conveniência, acaba transformando-se em fonte de ansiedade e endividamento.

Os números reforçam a gravidade do cenário. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias endividadas subiu de 77,6% em abril para 78,2% em maio. Entre os entrevistados, 83,6% apontaram o cartão de crédito como a principal fonte de dívidas. Os dados mostram que, mais do que uma dificuldade individual, trata-se de um problema estrutural que afeta a maioria das famílias brasileiras.

Mapear os gastos é essencial para enxergar cada despesa

 

Diante desse quadro, o primeiro passo para recuperar o controle é simples, mas exige disciplina: mapear os gastos. Não importa se em um caderno, planilha ou aplicativo, desde que se enxergue com clareza para onde vai cada real. Esse registro ajuda a identificar desperdícios, ajustar prioridades e evitar que o orçamento seja consumido por pequenas despesas aparentemente inofensivas, mas comprometedoras no final do mês.

Outro ponto crucial é a criação de uma reserva de emergência. A falta dessa segurança faz com que imprevistos, como um problema de saúde ou um reparo doméstico, se transformem em dívidas de alto custo. Ao separar mensalmente uma pequena parte da renda, o indivíduo constrói um colchão de tranquilidade que ajuda a evitar a entrada em ciclos de endividamento.

Também vale adotar o hábito de “pagar-se primeiro”, reservando uma porcentagem do salário para poupança ou investimento antes de arcar com as demais despesas. Por fim, o ato de dizer “não” em momentos de impulso, renegociar dívidas com juros altos e buscar alternativas, como a portabilidade de crédito, são atitudes que contribuem para colocar o orçamento novamente sob o seu comando. Afinal, controlar as finanças não é apenas lidar com números, mas escolher o futuro que se deseja construir.