Intolerância religiosa: respeito para uma sociedade justa

“A liberdade religiosa é apenas a irradiação sensível da consciência livre”.

Rui Barbosa

 

A intolerância religiosa atravessa diferentes contextos sociais e culturais e convida à reflexão sobre convivência, empatia e liberdade de crença. Em uma sociedade marcada pela diversidade de pensamentos, ritos e espiritualidades, o respeito se consolida como um valor essencial para a construção de relações mais equilibradas e humanas. Nesse cenário, o Dia Internacional de Combate à Intolerância Religiosa, celebrado em 21 de janeiro, amplia o debate público e reforça a importância da convivência pacífica.

Mais do que relembrar conflitos ou episódios de desrespeito, a data propõe uma reflexão aprofundada sobre a relação entre liberdade religiosa e justiça social. Respeitar crenças distintas, assim como a escolha de não seguir nenhuma, fortalece o convívio e contribui para ambientes mais acolhedores, nos quais a diversidade é compreendida como valor, e não como obstáculo. Trata-se de reconhecer que a pluralidade de visões espirituais integra a própria construção social e democrática.

Em países plurais como o Brasil, onde diferentes tradições religiosas convivem no cotidiano, o diálogo se apresenta como um caminho necessário. O encontro entre culturas e manifestações espirituais favorece trocas, aprendizado e o reconhecimento de valores compartilhados, como solidariedade, cuidado com o próximo e respeito à dignidade humana. Quando há disposição para a escuta, as diferenças deixam de afastar e passam a aproximar.

O enfrentamento da intolerância religiosa também passa pela educação e pelo acesso à informação. Conhecer a história, os símbolos e as práticas de diferentes crenças contribui para a redução de preconceitos e a desconstrução de estereótipos. A formação de cidadãos mais conscientes começa com a valorização do pensamento crítico, capaz de estimular atitudes mais empáticas e respeitosas no dia a dia.

 

Conhecer a história e as diferentes crenças reduz o preconceito

 

No cotidiano, a tolerância se constrói por meio de gestos simples. Exercitar a escuta atenta, evitar generalizações e agir com responsabilidade no ambiente digital ajudam a fortalecer relações mais justas. Refletir antes de falar ou compartilhar conteúdos contribui para reduzir a circulação de discursos ofensivos e reforça uma cultura de respeito baseada no diálogo.

O Dia Internacional de Combate à Intolerância Religiosa reforça que o respeito não deve se limitar a datas simbólicas. Uma sociedade equilibrada não se constrói pela uniformidade, mas pela capacidade de coexistência. Valorizar o respeito como base das relações é reafirmar o compromisso com um futuro mais plural, humano e consciente, no qual a diversidade religiosa seja reconhecida como parte legítima da riqueza cultural e social.

Denúncia como instrumento de garantia de direitos

Casos de intolerância religiosa podem e devem ser denunciados por meio de canais oficiais, como o Disque 100, que funciona gratuitamente em todo o país, além das delegacias de polícia. O Ministério Público, a Defensoria Pública e as ouvidorias de direitos humanos também oferecem orientação e encaminhamento às vítimas, contribuindo para a efetiva garantia da liberdade de crença.

Dia da Gratidão: reconhecer, agradecer e agir

“Expresse gratidão com palavras e atitudes. Sua vida mudará muito de modo positivo”.

Masaharu Taniguchi

 

Celebrado como um convite à reflexão e à empatia, o Dia da Gratidão vai além de um simples gesto de dizer “obrigado”. A data destaca a importância de reconhecer conquistas, valorizar pessoas e compreender que a gratidão é um exercício diário, capaz de transformar relações, fortalecer comunidades e estimular atitudes solidárias.

Em um mundo marcado pela pressa, pela cobrança constante e por desafios sociais cada vez mais complexos, agradecer torna-se um ato significativo. Reconhecer o esforço de quem caminha ao nosso lado, seja na família, no ambiente de trabalho ou na comunidade, contribui para a construção de relações mais humanas e colaborativas. A gratidão ajuda a deslocar o olhar da escassez para o reconhecimento do que já foi conquistado, promovendo bem-estar emocional e equilíbrio.

Pesquisas indicam que pessoas que cultivam a gratidão tendem a desenvolver relações mais saudáveis, maior capacidade de enfrentar dificuldades e uma percepção mais positiva da vida. No âmbito coletivo, esse sentimento fortalece vínculos sociais e incentiva práticas baseadas no respeito, na escuta e no cuidado com o outro. A gratidão, portanto, ultrapassa a dimensão individual e se consolida como uma ferramenta de transformação social.

Reconhecer também é um exercício de justiça. Valorizar o trabalho de profissionais muitas vezes invisibilizados, agradecer ações solidárias e destacar iniciativas comunitárias contribui para dar visibilidade a quem faz a diferença diariamente. Esse reconhecimento fortalece a autoestima, estimula a continuidade de boas práticas e inspira outras pessoas a adotarem atitudes semelhantes.

O Dia da Gratidão também convida à reflexão sobre o papel de cada cidadão na construção de uma sociedade mais justa. Ajudar o próximo, por meio  de doações, trabalho voluntário, apoio emocional ou pequenas atitudes do cotidiano, é uma extensão natural desse sentimento. Quem reconhece o que tem compreende melhor a importância de compartilhar e estender a mão a quem enfrenta dificuldades.

Nesse contexto, o Doadin, título de capitalização da modalidade Filantropia Premiável da Brasilcap, surge como uma alternativa concreta de apoio ao próximo. Ao adquirir o produto, o participante concorre a sorteios ao longo da vigência e, ao final, o valor que seria resgatado é destinado a uma instituição beneficente.

A iniciativa alia solidariedade e incentivo, permitindo contribuir com causas sociais e, ao mesmo tempo, participar de prêmios. Simples, prático e com propósito, o Doadin fortalece projetos sociais da Fundação BB e apoia a atuação da AACD na promoção da inclusão e da mobilidade, com sorteios que podem chegar a até R$ 25 mil. A proposta reforça que agradecer também é agir em favor do bem coletivo.

Mais do que uma data no calendário, o Dia da Gratidão lembra a importância de cultivar esse valor ao longo de todo o ano. Agradecer, reconhecer e ajudar o próximo são práticas que fortalecem laços, promovem esperança e mostram que a transformação social começa em gestos simples, mas cheios de significado.

Voluntariado: pequenas ações, grandes impactos

⁠” O voluntário é a expressão concreta do amor gratuito”.

Celina Missura

 

Em um cenário global marcado por desafios sociais cada vez mais complexos, o voluntariado se consolida como uma prática transformadora e acessível para quem deseja contribuir com o bem comum. Pequenas iniciativas, contínuas ou pontuais, têm o potencial de modificar realidades, fortalecer grupos locais e gerar efeitos que ultrapassam a esfera individual. O ato de colaborar de forma espontânea revela a força da cidadania ativa e da empatia aplicada ao cotidiano, valores essenciais para sociedades mais justas e inclusivas.

Todo ano, em 5 de dezembro, o mundo celebra o Dia Internacional do Voluntariado, instituído pela Organização das Nações Unidas para reconhecer pessoas que dedicam tempo, talento ou conhecimento em benefício de diferentes causas. Mais do que uma data comemorativa, é um convite à reflexão e ao engajamento, estimulando a formação de redes de apoio fundamentais. Trata-se de um movimento que cresce impulsionado pelo desejo coletivo de promover um futuro mais solidário e sustentável.

Participar de ações comunitárias vai além do alcance imediato nos projetos atendidos. Pesquisas indicam que a prática também beneficia quem se envolve: fortalece a autoestima, amplia o senso de propósito, desenvolve competências socioemocionais e cria vínculos que muitas vezes se estendem para além das atividades realizadas. Em uma sociedade marcada pelo ritmo acelerado e pelo individualismo, dedicar tempo ao outro se torna um exercício de humanidade e reconexão.

 

 

As possibilidades de atuação são diversas e atendem a diferentes perfis e rotinas. Há o trabalho presencial, realizado em entidades sociais, escolas, hospitais, abrigos, iniciativas ambientais e intervenções emergenciais. Já o voluntariado digital, que ganhou força nos últimos anos, permite colaborar a distância em frentes como mentorias, produção de conteúdo, apoio administrativo, aulas online e campanhas de mobilização.

Empresas também têm ampliado programas internos que incentivam seus colaboradores a participar de projetos organizados, fortalecendo a cultura corporativa e ampliando o alcance social das organizações. Outra alternativa é a participação eventual, voltada a mutirões e campanhas específicas. Profissionais com formação técnica podem ainda contribuir por meio do voluntariado especializado, oferecendo conhecimentos em áreas como saúde, educação, comunicação, direito, tecnologia e gestão.

Contribuir de forma indireta também é um caminho possível. Na Brasilcap, por exemplo, é possível adquirir o produto Doadin, que apoia instituições as sociais AACD e a Fundação BB, responsáveis por promover ações de voluntariado durante todo o ano.

Cada gesto voluntário, por mais simples que seja, tem efeito multiplicador. Ao apoiar entidades, fortalecer iniciativas comunitárias e promover o bem-estar de pessoas em situação de vulnerabilidade, o voluntariado ajuda a construir uma sociedade mais solidária.

Caminhos para a construção de um mundo acessível

“Inclusão é um direito daqueles que precisam, e incluir é um dever de todos”.

Letícia Butterfield

 

Celebrado em 3 de dezembro, o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência convida o mundo a refletir sobre um tema decisivo para sociedades que almejam equidade: a construção de um ambiente verdadeiramente acessível para todos. Instituída pela ONU em 1992, a data busca ampliar a conscientização sobre os direitos das pessoas com deficiência e estimular governos, empresas e cidadãos a adotarem práticas que assegurem participação plena e digna em todos os espaços sociais.

Nas últimas décadas, avanços importantes foram registrados, especialmente após marcos legais como a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei Brasileira de Inclusão. Ainda assim, o cenário está longe do ideal. No Brasil, mais de 18 milhões de pessoas declaram possuir algum tipo de deficiência, segundo dados oficiais, o que evidencia a urgência de políticas permanentes, estruturadas e integradas.

Entre os caminhos apontados por especialistas está o modelo social da deficiência, que desloca o foco da limitação individual para as barreiras criadas pela sociedade. Rampas inexistentes, calçadas irregulares, transporte inadequado, falta de tecnologias assistivas e atitudes capacitistas seguem sendo fatores que restringem autonomia, oportunidades e cidadania.

A construção de cidades inclusivas é, portanto, uma prioridade. Calçadas acessíveis, sinalização tátil, transporte adaptado e equipamentos públicos estruturados permitem mobilidade, segurança e dignidade. Na educação, a inclusão passa por infraestrutura adequada, formação de professores, materiais acessíveis e convivência que reduza preconceitos desde a infância.

Cidades acessíveis evitam barreiras sociais

 

No mercado de trabalho, a inclusão exige revisão de processos, ambientes acessíveis física e digitalmente, sensibilização das equipes e valorização da diversidade como atributo estratégico. Empresas que integram acessibilidade ao seu planejamento contribuem não só para a equidade, mas também para a inovação e para o desenvolvimento sustentável do país.

Nesse contexto, ganha destaque também o papel de organizações que apoiam instituições dedicadas às pessoas com deficiência. Um exemplo é a Brasilcap, referência no setor de capitalização e criadora do Doadin, título de capitalização da modalidade Filantropia Premiável.

Ao adquirir esse produto, o cliente concorre a sorteios e, ao final da vigência, o valor de resgate é doado para uma instituição beneficente, como a Fundação Banco do Brasil e a AACD. A empresa também mantém apoio contínuo ao Teleton há 11 anos, contribuindo para o tratamento de milhares de crianças atendidas pela instituição.

Construir um mundo acessível é uma tarefa coletiva e contínua. No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, o chamado é claro: transformar consciência em prática e assegurar que acessibilidade seja um princípio permanente, e não uma exceção.

Dezembro Vermelho: Informação e cuidado transformam vidas

O Dezembro Vermelho marca, em todo o Brasil, uma mobilização dedicada à conscientização sobre o HIV e a Aids. A partir do dia 1º de dezembro, Dia Internacional da Luta contra a Aids, instituições de saúde, organizações sociais e órgãos públicos intensificam iniciativas que reforçam o compromisso com a prevenção, o diagnóstico precoce e o combate ao estigma.

As campanhas educativas ganham destaque nesse período com o objetivo de aproximar a população de informações seguras e atualizadas. A comunicação clara em ações comunitárias, atividades escolares ou meios digitais ajuda a reduzir preconceitos, estimular o diálogo e incentivar o cuidado com a saúde.

Essas iniciativas também são essenciais para desfazer mitos, esclarecer dúvidas e reforçar que HIV e Aids não são sinônimos. O HIV é o vírus, e a Aids é a fase avançada da infecção, hoje totalmente evitável com tratamento gratuito ofertado pelo Sistema Único de Saúde.

O Brasil adota a estratégia de prevenção combinada, que reúne diferentes formas de proteção, como o uso de preservativos, a testagem regular, a PrEP (Profilaxia de Pré Exposição), indicada para pessoas com maior risco de contato com o vírus, e a PEP (Profilaxia de Pós Exposição), recomendada em situações emergenciais, como relações sem proteção ou exposição acidental a material biológico. Disponíveis no SUS, essas medidas podem ser acessadas rapidamente. No caso da PEP, o início precisa ocorrer em até setenta e duas horas.

O diagnóstico precoce é outro pilar do enfrentamento ao HIV. Detectar a infecção no início permite iniciar o tratamento antirretroviral mais cedo, garantindo qualidade de vida e reduzindo complicações. Além disso, quanto antes a pessoa recebe o resultado, mais rápido se interrompe a cadeia de transmissão. Os testes rápidos oferecidos pelo SUS, ou os vendidos em farmácias, entregam o resultado em poucos minutos, com precisão e sigilo.

 

Testes rápidos são oferecidos pelo SUS e vendidos em farmácias

 

O Dezembro Vermelho reforça ainda o dever social de combater o preconceito contra pessoas que vivem com HIV. A discriminação viola direitos, afasta indivíduos dos serviços e compromete o tratamento. Além dos avanços no acesso ao diagnóstico e ao tratamento, uma das informações mais transformadoras na luta contra o HIV é a comprovação científica de que pessoas que alcançam carga viral indetectável não transmitem o vírus aos seus parceiros sexuais, mesmo sem o uso de preservativo.

Essa evidência, reconhecida mundialmente por diversas instituições de saúde, foi confirmada por estudos internacionais que acompanharam mais de 5 mil casais sorodiscordantes ao longo de vários anos. O princípio “Indetectável = Intransmissível” (I=I) reforça não apenas a eficácia do tratamento antirretroviral, mas também a importância de combater o estigma, promover o cuidado contínuo e incentivar a testagem regular.

Falar sobre HIV com responsabilidade, evitar estigmas e apoiar quem vive com o vírus são atitudes que fortalecem a comunidade e ajudam a construir uma sociedade mais justa, humana e comprometida com a dignidade de todos.

Brasilcap integra debate nacional sobre equidade racial

“Sociedade feliz é aquela onde há justiça social, sem preconceito racial”.

Talita G. R. Mazelli

Ampliando suas iniciativas desde a adoção do valor “Diversidade”, em 2022, a Brasilcap, referência no setor de capitalização no país, tornou-se, em 2024, signatária do Pacto de Promoção da Equidade Racial, iniciativa voltada a centralizar a temática racial no debate econômico e a incentivar práticas mais justas e inclusivas no setor privado.

O Pacto tem entre seus objetivos estimular a discussão no mundo corporativo por meio de ações afirmativas, projetos e articulações mensuráveis. Atualmente, reúne mais de 85 empresas signatárias, contabiliza mais de 1 milhão de colaboradores sensibilizados e alcança indiretamente 2,5 milhões de pessoas.

A incorporação da pauta racial nas organizações tem se mostrado fundamental para o aprimoramento das práticas de gestão e para a construção de ambientes mais equilibrados. Medidas voltadas à redução de desigualdades estruturais contribuem para ampliar a diversidade interna, fortalecer políticas de responsabilidade social e alinhar as empresas às demandas atuais de inclusão, favorecendo processos mais transparentes e culturas institucionais mais sólidas.

Neste ano, a Brasilcap integrou e promoveu apoio institucional à 4ª Conferência Empresarial ESG Racial, realizada em 24 e 26 de novembro, respectivamente no Rio de Janeiro e em São Paulo Considerado o maior encontro nacional dedicado a impulsionar a inclusão da dimensão racial na agenda ESG das organizações, o evento teve como tema central “Estratégias para a Promoção da Equidade e Sustentabilidade Corporativa”.

A participação da empresa foi representada por Ernandes Macário, Executivo de Comunicação e Sustentabilidade, que recebeu a certificação pelo comprometimento com iniciativas concretas voltadas à justiça racial. Já a Gerente de Comunicação e Sustentabilidade, Roberta Monteiro Andrioli, marcou presença no Painel 4, “Cultura e Comunicação: Narrativas como Vetores de Transformação”.

Ernandes Macário no momento da certificação

 

“Desenvolver iniciativas internas tem sido um compromisso da Brasilcap, com foco em ampliar o debate sobre inclusão racial dentro da companhia e gerar impactos que ultrapassam nossas fronteiras institucionais. Estamos vivenciando resultados concretos, fortalecendo a agenda ESG Racial diariamente, um passo importante para consolidar práticas mais justas e inclusivas.”, destaca Ernandes.

Painel 4 com participação da Brasilcap

 

Entre as ações já implementadas, a empresa ampliou programas de letramento racial e inclusão. Em 2024, realizou a Semana Brasilcap Negra, aprofundando discussões sobre igualdade de oportunidades no mercado de trabalho. Em 2025, a iniciativa foi expandida com palestras como “Representatividade negra, equidade racial e trajetórias inspiradoras no mercado corporativo” e “Como nossas mentes influenciam a diversidade”, além de uma experiência gastronômica com comidas afro-brasileiras.

O fortalecimento da equidade racial no setor privado evidencia uma transformação necessária e contínua. Ao priorizar práticas inclusivas e ampliar espaços de diálogo, empresas colaboram para a construção de ambientes mais diversos e para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa.

Novembro Negro: reflexão, ação e compromisso pela igualdade

Não precisamos ser negros para lutar contra o racismo. Só precisamos ser humanos.

Verinha Sfalsin

O Novembro Negro consolidou-se como um dos principais períodos de mobilização nacional voltados às discussões sobre raça, igualdade e enfrentamento ao racismo no Brasil. Longe de constituir apenas uma agenda comemorativa, o mês reúne ações estratégicas em diferentes setores com o objetivo de ampliar o debate sobre a população negra e suas demandas históricas e contemporâneas.

Ao longo de novembro, multiplicam-se campanhas, seminários, atividades culturais e iniciativas formativas que buscam aprofundar o entendimento sobre desigualdades raciais e os desafios ainda presentes na construção de uma sociedade igualitária. A proposta central é utilizar o diálogo como instrumento de transformação, estimulando reflexões que ultrapassem limites institucionais e alcancem diversos segmentos sociais.

Nesse contexto, o mês incorpora um marco simbólico de grande relevância: o Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro. A data, instituída em memória de Zumbi dos Palmares, funciona como ponto de convergência das discussões realizadas ao longo do período. Além de evocar a resistência histórica, reforça a importância de reconhecer o papel das populações afrodescendentes na formação do país, contribuindo para o fortalecimento da memória coletiva e da conscientização social.

20 de novembro é Dia da Consciência Negra

 

Limitar o tema à garantia de direitos não contempla sua dimensão completa. O Novembro Negro também se destaca pela capacidade de promover reflexões sobre práticas e estruturas que perpetuam desigualdades, ao evidenciar pautas como inclusão, acesso a oportunidades, valorização da cultura afro-brasileira e combate ao racismo estrutural.

A relevância simbólica do período também se manifesta na construção da identidade nacional. A presença da população negra em diferentes campos da sociedade brasileira é extensa e determinante. Reconhecer essa contribuição é fundamental para ampliar a compreensão da história do país e para consolidar práticas que fortaleçam respeito, reconhecimento e equidade.

Para além do calendário, iniciativas estruturais permanecem essenciais nas mais diversas esferas. Nesse cenário, a Brasilcap vem ampliando suas ações internas desde a adoção do valor “Diversidade”, em 2022. Em 2024, tornou-se signatária do Pacto de Promoção da Equidade Racial e, desde então, promove atividades como a Semana Brasilcap Negra e a Semana da Diversidade, com palestras, oficinas e ativações voltadas ao debate sobre questões raciais, diversidade e representatividade.

Mais do que um marco temporal, o Novembro Negro reforça a necessidade de revisão histórica e o enfrentamento de desafios persistentes, indicando que a construção de uma sociedade mais igualitária depende de um compromisso contínuo, compartilhado por diferentes setores ao longo de todo o ano.

Proclamação da República: o marco que transformou o Brasil

Em 15 de novembro, o Brasil celebra um dos acontecimentos mais significativos de sua história: a Proclamação da República. A data, instituída como feriado nacional, recorda o momento em que o país deixou de ser uma monarquia constitucional, sob o reinado de Dom Pedro II, para tornar-se uma república federativa, governada por representantes escolhidos pelo povo. O ato, ocorrido em 1889, no Rio de Janeiro, foi liderado pelo marechal Deodoro da Fonseca e simbolizou uma profunda transformação política, social e institucional.

Mais do que uma simples mudança de regime, a Proclamação representou o início de um processo de afirmação da soberania popular. A partir dela, o Brasil começou a trilhar o caminho da modernização, adotando um sistema de governo baseado nos ideais de liberdade, cidadania e igualdade. Embora o novo modelo político ainda estivesse distante de uma participação popular plena, ele abriu espaço para o debate sobre direitos, representatividade e construção democrática, temas que continuam centrais na sociedade brasileira contemporânea.

Nas instituições de ensino, o 15 de novembro é tradicionalmente lembrado com atividades cívicas, apresentações, feiras temáticas e produções artísticas que aproximam as novas gerações da história nacional. Essas ações ajudam a compreender o contexto da transição do Império para a República e estimulam reflexões sobre o papel do cidadão na consolidação da democracia. Professores utilizam a data para discutir valores como ética, participação e responsabilidade social, fortalecendo o senso de pertencimento e valorização da memória coletiva.

A simbologia republicana também possui grande relevância. A bandeira nacional, criada logo após a Proclamação, manteve as cores verde e amarela do período imperial, mas incorporou o círculo azul estrelado e o lema “Ordem e Progresso”, inspirado no pensamento positivista de Auguste Comte. O símbolo traduz o ideal de equilíbrio entre estabilidade e desenvolvimento, refletindo o desejo de um país guiado pela razão e pelo avanço social.

Celebrar a Proclamação da República é, portanto, uma oportunidade para revisitar a trajetória política do Brasil e reafirmar o compromisso com os princípios democráticos. Mais do que um marco histórico, a data convida à reflexão sobre o presente e o futuro, lembrando que a consolidação da República depende da atuação consciente e participativa da sociedade na construção de um país mais justo, solidário e comprometido com o bem comum.

30 anos do Ourocap: histórias de transformação

O Ourocap, título de capitalização desenvolvido pela Brasilcap e comercializado pelo Banco do Brasil, celebra 30 anos de consolidação no mercado neste mês de outubro, reafirmando seu papel como uma das principais soluções que unem planejamento financeiro e a chance de conquistar grandes prêmios.

Desde sua criação, o produto tem se destacado pela versatilidade e acessibilidade, permitindo, entre suas modalidades e formatos, que o cliente escolha o plano de pagamento mais adequado à sua realidade — mensal, único ou periódico. Durante o período de vigência, o participante acumula uma reserva financeira que é devolvida ao final, com correção conforme as condições estabelecidas, além de participar de sorteios que distribuem prêmios em dinheiro. Tudo isso é possível com total segurança, credibilidade e inovação.

Ao longo dessas três décadas, o Ourocap se consolidou também como uma importante ferramenta de educação financeira. Em um país onde o hábito de guardar ainda é um desafio, o título transformou o ato de economizar em uma prática leve e estimulante, aproximando milhões de brasileiros do planejamento financeiro de forma responsável e acessível.

Reginaldo José, ganhador de sorteio no Ourocap

 

Entre as histórias que marcam essa trajetória está a do aposentado Reginaldo José, de São José del Rei (MG). Ele procurou uma agência do Banco do Brasil para abrir uma conta e, após conhecer as vantagens do Ourocap com o gerente, a possibilidade de sorteios e o resgate final, decidiu fazer a contratação.

“Me surgiu a oportunidade de comprar um lote e busquei o banco para resgatar o dinheiro e fazer a compra. Depois, o gerente me chamou e deu a notícia: eu tinha sido premiado e ganhei cem mil reais. Foi uma felicidade imensa”, enfatizou.

Para celebrar o aniversário de 30 anos, a Brasilcap lançou o Ourocap 30 Anos, uma edição especial que simboliza essa trajetória de confiança e sucesso. Com um pagamento único de R$ 3 mil, o cliente concorre a 1.500 prêmios instantâneos de R$ 3 mil, além de prêmios mensais de R$ 30 mil. O destaque será o sorteio final, no dia 27 de dezembro de 2025, que distribuirá 30 prêmios de R$ 1 milhão.

Com uma história marcada por conquistas e pela confiança de milhões de brasileiros, o Ourocap segue inspirando novas realizações e reforçando seu compromisso de transformar o planejamento financeiro em uma experiência de sucesso e esperança.

Dia do Professor: o papel no desenvolvimento social

 

“O educador se eterniza em cada ser que educa”.

Paulo Freire

 

O professor tem um papel essencial no desenvolvimento social. Mais do que transmitir conhecimento, ele contribui para formar pessoas capazes de pensar, criar e participar ativamente da comunidade em que vivem. Cada aula é uma oportunidade de inspirar novos olhares, despertar a curiosidade e estimular o respeito às diferenças. O verdadeiro impacto da educação está em transformar o aprendizado em vivência, fortalecendo valores que ultrapassam os limites da escola e influenciam toda a sociedade.

Celebrado em 15 de outubro, o Dia do Professor é um momento para reconhecer quem faz da educação um instrumento de transformação. Por meio do trabalho docente, o conhecimento se torna acessível, talentos são descobertos e o potencial humano se amplia. Nenhum avanço, seja econômico, científico ou cultural, acontece sem a dedicação de quem ensina. O educador é o alicerce de uma sociedade que busca progresso com justiça e igualdade, abrindo caminhos para o desenvolvimento de gerações mais conscientes e solidárias.

O alcance de sua atuação vai muito além da sala de aula. O professor contribui para formar cidadãos críticos, empáticos e preparados para enfrentar os desafios da vida em sociedade. Ao ensinar valores como empatia, cooperação e diálogo, ajuda a construir vínculos, fortalecer a convivência coletiva e promover o respeito às diferenças. O aprendizado promovido pelo educador não se limita aos livros, mas se reflete nas atitudes, nas relações e nas escolhas de cada estudante ao longo da vida.

Num mundo em constante mudança, o papel do educador também se renova. As novas tecnologias ampliam as formas de ensinar e aprender, mas o essencial continua sendo o contato humano. Cabe ao professor orientar, motivar e mostrar como usar a informação de forma crítica e responsável. Ele ajuda os alunos a compreender o mundo, lidar com as transformações e agir de maneira ética, solidária e participativa.

Reconhecer o educador também é reconhecer sua trajetória, suas conquistas e desafios. Por trás de cada aula há preparo, dedicação e sensibilidade. A escuta atenta, o incentivo e o acolhimento são gestos que fazem diferença na formação de cada aluno e deixam marcas duradouras no aprendizado e na vida.

Valorizar o professor é valorizar o futuro. Isso significa garantir boas condições de trabalho, investir em formação continuada e reconhecer a importância de sua contribuição para o crescimento do país. Ensinar é mais do que uma profissão. É um compromisso diário com o desenvolvimento humano e coletivo.