PLANTE ESSA IDEIA: A AMAZÔNIA É DE TODOS NÓS

 

Conscientização e mobilização. Pensar nessas palavras atualmente é uma espécie de chamado à reflexão coletiva e atitudes proativas. O Dia 5 de setembro é um desses momentos. Hoje, comemora-se o Dia da Amazônia, visando alertar a sociedade sobre a importância da preservação da maior floresta tropical do mundo. A data foi escolhida em 1850 pelo imperador Dom Pedro II, para marcar a criação do atual Estado do Amazonas.

A floresta amazônica é considerada um tesouro natural de dimensões inigualáveis, abrigando uma rica biodiversidade, populações indígenas, ribeirinhas, quilombolas e cumprindo um papel importante na regulação do clima global. Com sete milhões de quilômetros quadrados, suas imensas florestas absorvem quantidades imensuráveis de dióxido de carbono, ajudando a diminuir o impacto das mudanças climáticas e a manter o equilíbrio ambiental.

Apesar da relevância da Amazônia, não se pode fechar os olhos para as constantes ameaças provocadas pelo próprio homem.  São graves as atividades predatórias no habitat de inúmeras espécies animais, vegetais e árvores, sempre em busca de fonte de matérias-primas alimentares, florestais, medicinais e minerais para produção comercial em alta escala, sem nenhuma conexão com o desenvolvimento sustentável.

Segundo a ONG WWF – Fundo Mundial para a Natureza – com rede de atuação no Brasil desde 1971, a Amazônia tem mais de 50 mil focos de incêndio em 2024. Com a região atingida por uma seca extrema, as queimadas estão fora de controle no bioma, atingindo pelo menos 11 Estados. O WWF se baseia nos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Com isso, já são 53.620 registros neste primeiro semestre. Um aumento de 80% em comparação ao mesmo período em 2023, quando terminou com 29.826 focos. O número de queimadas entre 1 de janeiro e 27 de agosto deste ano é o maior para esse período desde 2010. A maior incidência se concentra nos Estados do Pará (36%), Amazonas (29%) e Mato Grosso (16%).

O manejo florestal para a produção de madeira também é outro problema grave. Atualmente, mais de 95% da produção madeireira vem da exploração ilegal. Para reverter ou minimizar os impactos causados, há saídas apresentadas pela Ciência por meio de projetos técnicos que visam o manejo florestal com baixíssimo impacto ambiental e reflorestamento das áreas atingidas. Basta que o homem respeite as recomendações dos especialistas.

Hoje, temos um forte movimento global de governos, sociedade civil e setor empresarial aumentando os compromissos com as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa estabelecidas pelo Acordo de Paris – um tratado internacional sobre alterações climáticas, adotado em 2015, durante a 21ª Conferência das Partes (COP21) – comprometidos com iniciativas de fundamentais para atenuar as catástrofes. É importante enxergar a preservação da Amazônia como parte das soluções baseadas na natureza para garantir a sobrevivência de todos os seres vivos do planeta.

A ONU anunciou no ano passado que, pela primeira vez, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (também chamada de COP30) e a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas acontecerão em novembro de 2025, na cidade de Belém, no Pará, o que reforça a relevância da Amazônia no planeta.

A Brasilcap inclui todos os anos em seu planejamento estratégico o compromisso de participar do desafio de ajudar a preservação do bioma amazônico no Brasil. A Companhia privilegia em sua Política de Sustentabilidade os aspectos ambientais, sociais e de governança (ASG), com o propósito de manter parâmetros de coparticipação aos preceitos recomendados pela Iniciativa Financeira da Organização das Nações Unidas (Unep-FI), que destaca o pioneirismo da Companhia: ter sido a primeira empresa de títulos de capitalização no Brasil a aderir aos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSI).

No ano passado, a emissão de gases pela Companhia alcançou 400 toneladas em relação aos períodos que ainda não haviam sido compensados. Por meio da compra de créditos de carbono – cada crédito equivale a uma tonelada de CO₂ —, a Brasilcap apoia o “The Envira Amazonia Project“, um projeto de conservação da floresta tropical localizado no Estado do Acre.

Com a aquisição dos créditos de carbono, a Brasilcap conquistou em 2023, o Selo Carbono Neutro – concedido pela empresa Carbonext, destacando ter sido uma das companhias brasileiras que mais gerou crédito de carbono certificado pela Plataforma Verra, a principal forma de registros de créditos de carbono do mundo.

Hoje e sempre, a Brasilcap defende a preservação da Amazônia como um investimento no futuro, garantindo um planeta mais saudável, equilibrado e repleto de vida para o futuro das novas gerações. É assim que pensamos. É assim que agimos. Assim, fazemos a nossa parte para um mundo melhor.